Thirty seven

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POV GIZELLY BICALHO

A única certeza que eu tinha nesse momento era o quanto eu amava essa mulher, eu queria tudo com ela.
Assim que o garçom se aproximou deixei que ela escolhesse o jantar, ao passar os olhos pelo cardápio ela pediu pra que eu escolhesse.
Optei por uma comida mais simples, sei que ia ser do agrado dela.
Pedi uma garrafa de vinho branco e de sobremesa pudim, porque sei que ela ama.

- Estamos comemorando alguma coisa hoje? (Rafaella disse pegando em minha mão por cima da mesa)

- Rafaella Kalimann aceita ser uma senhora Bicalho?

Ela arregalou os olhos e tirou sua mão que estava sobre a minha em cima da mesa.
O garçom chegou com o vinho e nos serviu, assim que ele saiu Rafaella virou seu corpo de uma só vez, fiquei tensa com a falta de resposta dela, eu tinha acabado de pedi-la em casamento, olhei em seus olhos

- Não vai falar nada? (Eu disse tirando a caixinha de veludo da bolsa e abrindo mostrando o par de alianças pra ela)

- Você me pegou desprevenida Gi (Ela olhou pra caixinha) Eu aceito meu amor

Levantei meu corpo e aproximei minha boca da dela dando um beijo rápido, ao voltar pro meu lugar peguei a aliança e coloquei em seu dedo, ela pegou a outra e fez o mesmo.

- São lindas Gi

- São meu amor, você merece, agora precisamos de uma data

- Porque a pressa vida? Eu não vou a lugar nenhum

- Porque eu quero dormir e acordar todos os dias ao seu lado, porque eu quero poder te ajudar nos afazeres de casa, ajudar com o almoço e janta, quero poder cuidar de você Rafaella, eu não vejo a hora de estarmos juntas na nossa casa, eu, você, o Gu e mais três filhos nossos, e até um cachorro se você quiser a gente vai ter

Rafaella abriu um lindo sorisso

- Eu quero, quero tudo isso

Depois de um momento cheio de amor e carinho seguimos até o apartamento dela, onde fizemos amor até o cansasso nos vencer.

POV RAFAELLA KALIMANN

Eu esperava qualquer coisa essa noite, menos ser pedida em casamento, fui um susto grande, porém um susto bom, um susto ao qual eu dei meu sim.
Eu não tenho dúvidas do que eu sinto pela Gizelly, sempre imaginei uma vida conjugal com ela, e agora estávamos dando o primeiro passo.

Acordei com ela beijando minha nuca, senti um arrepio bom, me virei selando nossos lábios

- Bom dia minha noiva (Gizelly disse sorrindo)

E que sorisso meu pai, eita mulher linda

- Bom dia meu amor (Puxei ela pra mim dando um cheiro em seu pescoço)

- Seu celular apitou Rafa, pode ser sua patroa precisando de você

Estiquei a mão e peguei o aparelho, realmente a Bárbara precisava de mim

- Vou ter que ir trabalhar amor, vai pra faculdade? sua casa ou ficar aqui?

- Hoje não tenho aula amor, não quero ir pra casa, posso ficar aqui?

- Não precisa nem pedir né vida (Eu disse e levantei enrolada no lençol cobrindo minha nudez) Vou tomar um banho, quer preparar um café pra gente?

- É pra já senhorita

Já de banho tomado, fui tomar o café, não sei como a Gi conseguiu preparar uma mesa tão arrumadinha em tão pouco tempo.

Segui meu caminho até o condomínio dos Mellos, Bárbara assim que viu a aliança me deu os parabéns, já dizendo que queria ser madrinha, o problema é que não dependia só de mim, com certeza a Gi não ia querer a irmã nem no casamento.

A filha do Presidente Onde histórias criam vida. Descubra agora