Adrien havia brigado com o pai, perdendo todos os mimos que tinha desde pequeno. Influenciado pelo primo de má índole - Félix - Adrien acaba cedendo a ideia de que caso conseguisse uma esposa rica, as coisas ficariam bem, principalmente se tivesse u...
nem vou enrolar vcs pq ja enrolei dms KKKKKKKKKKKK
enfim
espero que gostem!
boa leitura!
comentários sempre bem vindos! <3
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Muitos alunos da faculdade ficaram surpresos ao descobrirem que Adrien seria pai. O Agreste não tinha uma fama de quem saia com várias garotas e parecia ter uma cara de responsável. Aquilo deixou a todos chocados e ele recebeu várias perguntas de alunos se aquilo era mesmo verdade.
Ele nem se deu o trabalho de continuar escondendo. Confirmava, demonstrava que estava animado e que Marinette seria uma mãe incrível.
E, desde que todos ficaram sabendo, já havia se passado um mês. Marinette, então, já tinha cinco meses de gravidez e admirava sempre que podia a barriguinha no espelho.
Naquela noite, não era diferente.
— Hmmm, acho que o bebê está grande, não acha?
Ela murmurou. Enquanto Adrien escovava os dentes, Marinette se movia de todas as formas para observar a barriga de todos os ângulos possíveis. Adrien acabou rindo pelo modo que ela estava animada.
— Com certeza... — Ele deu de ombros. — Qual palpite você daria para o sexo? Eu acho que é um menina.
— Eu também, quer dizer, mamãe disse que minha barriga está parecida com a dela quando ela estava grávida de mim. — A Dupain-Cheng murmurou. — Na próxima consulta é bem capaz que fiquemos sabendo sobre isso. Está animado?
— Com certeza. Eu vi umas coisas bem bonitinhas esses dias no shopping. Podemos sair qualquer dia desses para comprar coisas para o bebê. Ele já tem cinco meses e não temos nada.
— Ahhh, ele não vai precisar de muito nesse momento. Pensei em colocar um bercinho no nosso quarto mesmo. — A Dupain-Cheng deu de ombros. — Acho que fica mais fácil para trocar ele, dar de mamar.
Adrien pensou por um momento.
— Você tem um ponto. — Ele a olhou. Guardou a escova e então lavou a mão antes de colocá-la sobre a barriga de Marinette. — Vai gostar de dormir com a gente, neném?
Marinette sorriu. Adrien se portava de uma maneira fofa com o bebê, sempre conversando e fazendo com que ambos se sentissem amados. Ela se sentia bem com a companhia dele.
— Acho que a resposta é sim... sabia que as vezes eu acho que sinto ele se mover? Bem, pode ser gases pelo que eu vi na internet, mas prefiro acreditar que é ele brincando na minha barriga.
Os olhos de Adrien brilharam.
— Sério? Que legal. Deve ser incrível essa sensação e... — Adrien franziu o cenho quando sentiu o celular vibrar no bolso da bermuda que vestia. — Hm, quem será?
— Só vai saber se ver a notificação. — Marinette se apoiou no balcão. Adrien pegou o smartphone no bolso da bermuda para checar. — Olha... eu estava vendo e... nosso orçamento está meio legal esse mês. Podemos fazer algo. O que acha de viajarmos para uma cidade aqui perto e... Adrien? Que cara é essa?
A feição do loiro chamou a atenção dela. Ele engoliu em seco antes de olhá-la, parecendo em choque.
— Meu pai... ele já sabe e quer conversar comigo a respeito do bebê.