Duas amigas decidiram ir a uma festa de veteranos da Columbia University, mas elas não imaginavam que se envolveriam de forma tão repentina com os garotos que conheceram lá, mais velhos, atraentes e de uma lábia extremamente engenhosa.
Os "Veteranos...
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Chris me acompanha enquanto permanecia com o seu olhar intimidador. Ele espera eu virar para exercer ao mesmo tempo. Então, quando viro, ele em sequência vira o shot.
Espremo os olhos como sinal de azedia descendo em minha garganta, e Foster escapa um sorriso. O mesmo nem se quer demonstrou nada.
"Ainda não quer que te trate como criança?" - ele pergunta dando uma série de gargalhadas.
"Você vai me tratar como criança a partir de agora. Vou te dar motivo" - Chris denotava interesse em minha fala.
Coloquei a ponta da batata frita no frasco de Ketchup, e então, espalhei em seu rosto. Foster se contenta com a sujeira do molho em sua face.
"Mas que porra, Hanna Fuller" - dizia enquanto removia o Ketchup com o guardanapo, o dobrando a medida em que usava. Eu estava prendendo a risada, e logo o mesmo percebeu.
"Se ousar rir de mim, juro como vou descontar" - dizia afrontando com seu olhar, mas dessa vez, fui falha. Ri sem moderação. Chris tenta entender meu comportamento e se rende a brincadeira.
"Quer saber, você que pediu" - diz solicitando mais dois shots, mas dessa vez, não ousarei em "perder".
Trocamos uma série de contatos visuais antes de consumir a bebida, e logo fiquei alerta sobre o simples fato de que, cada gole me encontrava mais determinada.
Todo o álcool distribuído em meu corpo ansiava por algo mais tão presunçoso, Chris e sua capacidade de me controlar com sua maldita lábia.
Mais outro gole passa por minha boca e logo ali chegaria a meu ápice. Decido então direcionar-me até a sinuca, onde me distanciaria do perigo. E "perigo" quero dizer o meu ponto de encontro com Christopher, tão próximos e sedentos por nos encostarem um pouco mais.
Meu pai ensinou-me algumas tacadas, mas não o suficiente para me virar no jogo. Olhei de relance para Chris que estava na mesa me analisando. Não havia ninguém para competir, e foi até melhor para pôr minhas "habilidades defeituosas" em prática.
"Sabe que se continuar assim, entra para as Olimpíadas" - Chris solta um comentário com tom de ironia, isso fez com que me desconcentre do jogo.
"E se continuar a falar, será mais outra atração do circo" - faço com que o mesmo engula a seco analisando-me descaradamente.
E então, ele se levanta. Oh céus.
Aproxima-se já com taco em mãos. Chris mostra o seu talento colocando em prática. Uma bola entra na caçapa. Mais outra logo em seguida, e mais outra.
"Está cansada de perder?" - diz enquanto exalava confiança.
"De você? Nunca" - demonstro estar ainda em jogo. Ele analisa a minha jogada, e um segundo antes de eu arremessar a bola, ele toca em minha mão.