Duas amigas decidiram ir a uma festa de veteranos da Columbia University, mas elas não imaginavam que se envolveriam de forma tão repentina com os garotos que conheceram lá, mais velhos, atraentes e de uma lábia extremamente engenhosa.
Os "Veteranos...
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"Acha mesmo que eles acompanhariam a gente no baile?" - digo enquanto Emma reflete o meu tom abismado em apenas uma fração de segundos ainda sem compreender minha inquietação - "Tipo, o Peter é bem tranquilo em relação a esse assunto, nem faz mesmo faculdade. Mas e o Matthew? Será que ele tem receio de ser visto com uma colegial?"
Ainda poderia decifrar o sentido de suas sobrancelhas franzidas - "Ele é estudante da Co, lum, bia. Não é qualquer coisa. E sabe que esses universitários levam essa merda de idade tudo muito a sério"
"Amiga, na boa. Dá pra parar de se inferiorizar?" - Emma respingava tamanha discordância carregada em sua tonalidade e palavras - "Qual é. Você é a loira mais bonita que já vi, e Matthew também deve achar isso. Estão saindo a quase dois meses" - o sem tom obviado de alguma forma me tranquiliza - "Chama logo ele"
Não é tão simples assim quanto parece. É simplesmente Matthew Evans, filho de Bruce Evans, um dos empresários mais importantes, não sei se haveria como eu me nivelar a isso.
"Cheguei" - a voz estridente de Peter Turner manifesta sobre a sala a qual minutos antes estava inserido no assunto.
Ele carregava em suas mãos uma apetitosa sobremesa. Entrega a Emma acompanhado de um beijinho em sua bochecha. Emma ainda estava doente, e ver Peter a cuidando daquele jeito, me fez perguntar se alguém faria o mesmo por mim.
Logo em seguida, a campainha ecoa sobre nossos ouvidos e direciono-me até a porta a fim de atender.
"Matthew? O que faz aqui?" - me dirijo a ele vendo-o de óculos escuros e perfume notável.
"Pensei da gente almoçar juntos hoje. Quero te mostrar uma coisa"
Terça-feira. Cerejas e morangos postos sobre um extenso tapete listrado sob a grama. Dia ensolarado. O reflexo do Sol sobre a piscina. Matthew Evans, você é inigualável.
Sinto o vento forte bater em nossos rostos além de dar vários nós em nossos cabelos. Sou guiada ao cheiro da torta de limão e à boca de Matthew, que honestamente, pareceu bem mais suculenta que todas as tortas postas ali.
"Margaret fez um ótimo trabalho" - contemplo o banquete em minha frente. Aproveitava essa relíquia de piquenique contemplando a bela vista: jardim, piscina e Evans sem camisa.
"Fez mesmo" - diz ele vendo a mesma se aproximar.
"Avisando que o senhor Bruce chega amanhã" - o seu sorriso se desmancha em meio a essa informação, onde pareceu não se alegrar com a notícia. Tento a todo custo desmontar o clima.
"Bom, então amanhã nos veremos?" - digo retirando a saída de banho ficando a amostra o meu maiô. O mesmo se aproxima de mim com uma expressão ainda que áspera.
"Não queira conhecer meu pai" - diz então, e afasta-se adentrando nas águas limpas e claras da piscina.
Isso foi um sinal de alerta? Por mais que fosse tão evidente quanto a luz do Sol de hoje a péssima relação entre ambos, não seria capaz de pensar que há motivos suficientes a fim de detestar o próprio pai. Se havia, julgo mesmo não o querer conhecer.
Vejo então, ele já na superfície com os cabelos louros molhados enquanto o mesmo sacodia a fim de os secar. Adentro com mais detalhes as suas grandes tatuagens espalhadas por seu tronco largo e um ar de "eu odeio o meu pai a fim de, se for possível, nunca mais vê-lo".
"Vem" - inclina-se em minha direção com intenção de que entre, o que fez eu me render a isso.
Entre assuntos e mais assuntos, Matthew torna o Baile um deles.
"Já sabe com quem vai para o Baile?" - o mesmo pergunta me sentindo desconfortável com o assunto por ainda estar encucada pelo fato de eu querer que ele seja meu par.
"Não" - não consegui disfarçar minha inquietação sobre tal tema.
"E não faz a mínima ideia?" - Matthew demonstra estar interessado, então nego a sua pergunta com a cabeça. Isso fez com que ele escape um riso, e não compreendi.
"Sério mesmo que eu sou tão desapropriado assim para ir ao baile?" - demonstra uma expressão de coitadinho. Uau, dessa vez ele me pegou totalmente desprevenida.
"Não sabia que fazia questão de ir" - falo entre sorrisos tímidos.
"Faço questão do meu par" - diz selando-me um beijo.
Foi mais fácil do que imaginei.
Olho para Matthew, onde percebo a sua nova a cor dada a exposição do Sol. Suas bochechas estavam mais rosas do que nunca, e sua pele tonalizada com um bronzeado e vermelho.
"Onde está a toalha?" - sinalizo indicando a procura, e o mesmo apenas bufa.
"Tem certeza que quer ir embora agora?" - Matthew franze suas sobrancelhas.
"Eu tenho que voltar para estudar" - digo ainda sim procurando a toalha.
"Está lá dentro" - Matthew aponta para o interior da casa.
"Tem alguém lá?" - fico receosa de entrar aparentemente exposta.
"Não. Pode entrar" - ele sinaliza com um gesto de despreocupação.
Vou em direção à casa com muito cuidado para não molha-la. Então vejo as toalhas sobrepostas na mesa de mármore da cozinha.
Busco e então ao me virar, me esbarro com um corpo. Por infeliz acaso, não era Matthew.
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Oi amores, estava com saudade de aparecer por aqui. Me desculpem pelo capítulo curto! Amanhã talvez postarei! Beijos.