capítulo 1

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Eduarda

Despeito com o maravilhoso aroma de café no ar, me remexo na rede improvisada no pequeno e único quando da casa, é um pequeno barraquinho mas aconchegante na cidade de santo estevo interior de Salvador, a casa e modesta de três cômodos em sua maneira rústica e humilde, o chão ainda não continha o piso e as paredes estão sem rebocar o telhado tinha algumas goteiras, mas eu agradecia por ter um teto sobre a cabeça e um lugar onde ir depois de um longo dia de trabalho cansativo, e onde minha família se sentisse seguro e acolhidos juntos.

única cama na casa e onde mamãe, caio e Isa dormem antes eu dormia na cama e ela na rede mas depois do nascimento de Isa e os problemas de saúde dela, achei melhor que ela ficasse mais confortável.

Saio da rede e encaro a pequena janela que dava ao quintal sem muros onde ao fundo dava para outras minhas de casas como a nossa, nem ao menos o sol tinha nascido mas o dia já começara, vejo que alguns moradores já saem em meio a madrugada para sua rotina do dia.

Arrumo meus cabelos que estão uma bagunça e meu pijama e uma camiseta surrada e velha de algum partido política em eleição, não me considero uma mulher linda sou gorda mas não e algo que me incomoda, meu cabelo são óleso e tenho estria e espinha, já tenho 21 anos e nunca namorei ou me apaixonei por ninguém, uma consequência da minha insegurança não por me achar feia e sim por medo de me apaixonar pelo homem errado e sofrer violência ou uma desilusão.

Viver em uma zona de guerra em casa a faz questionar se quero conhecer o amor, nunca tive uma base de amor entre duas pessoa em minha vida.

José sempre foi o cretino perseguidor e processo e violento com Cida, ela nunca a amou mais por muito tempo viveu subjugada em medo e pavor por tudo o que já passará nas mãos da família que foi vendida.

Sendo uma grande barreira em meus relacionamentos, uma grande consequência do sofrida de mamãe pelo meu progenitor não o considero um pai, e sim um mostro perverso e horrendo que persegue minha mãe.

Respiro fundo e sinto o coração apertar em angústia quando relembro Rosa a irmã da minha mãe, revelar a minha concepção.

Cida, foi vendida pelo próprio pai quando tinha doce anos para o homem mais e rico da região do Ceará Nonato pela sua fazenda e dominação, mamãe foi dado como empregada a ele, para pagar uma dívida.

José e uns dos filho bastado que Raimundo nonato e como o pai e um mostro que estrupo minha mãe, um homem possessivo, controlador e agressivo, por muitos anos ela se submeteu as acreções e estrupo para nós proteger, mas isso não foi o suficiente quando atingi a puberdade mamãe notou os olhares maldosos de José sempre que me trocava, por ser uma criança gordinha aparentava ser mais velha visitante meus seios e bunda se desenvolverão rápido mesmo na pouca idade, contudo sempre fui uma moleca, subia nos pés de manga jogava bola com os garotos na rua empinava pipa, uma criança inocente.

A primeira vez que fugimos era madrugada mamãe esfaqueou José, vi seu corpo jogado na beira da minha cama, sobre uma possa de sangue com as mãos na barriga, Cida enpulhava uma peixeira de trinta centímetros, tinha quinze anos e ela estava grávida de caio de oito meses, ela juntou nossas coisas rapidamente e saímos somente com uma algumas mudas de roupas e um dinheiro que mamãe escondia de José.

No início não entendia o por que de ela der feito aquilo, claro que presenciava a violência e os estupros, mas até aquele dado momento sempre foi muito permissiva e submissa e José.
Aos poucos ela contou que o homem queria fazer mau a mim, naquela madrugada ela o pegou em um ato grotesco em quando dormia, o esfaqueou o deixou para morrer mas isso não findou a sua vida miserável.

IGOR A REDENÇÃO DE UM MAFIOSHistórias para pegar e não largar. Descubra agora