capítulo 5

341 47 3
                                        

Cida Helena

Ouço um barulho e nossa porta que dá para entrada se quebra em dois, era uma porta de madeira velinha e não seria muito difícil de quebrar.

Sinto um calafrios passar por meu corpo quando vejo   José Vicente adestrando transtornado, sua barba e cabelos esta longa bem mais longos que a alguma vez que a vi, empulhava uma faca.

— suas raparigas, achou  mesmo Helena que eu aprodreseria atrás das grades, o que vc não sabem é que nada o que fizer conseguirá se livrar de mim....
Me levanto e me ponho na frente de Duda que tenta se por a minha frente mas não a deixo.

— mas hoje vocês duas vão aprender a nunca irem contra mim...

— se vai  embora Vicente, não tem nada aqui e não é benvindo, siga sua vida....

— vai embora da nossa casa ou vou chama a polícia....
Duda grita segurando o celular.

Mas o mesmo está descontrolado e quebra tudo que em sua frente....

— todo esse lixo e meu e eu faço o que quiser.... Eu vou encinar a vocês duas que não deve se meter comigo... Vou bater em você até cansar e quando terminar vou estudar essa vaga da sua filha Cida e me vera afundar nessas buseta preta, e relembrar os velhos tempo quando a comida do curral da fazenda, como uma porca quem sabe no final eu a como também....

Dou um passo em sua frente como ele e tal nojento.... Não tenho palavras para definir um mostro como Vicente.

— é sua filha, vc vai estrupada sua filha seu peste...

— você acha que me convence que está negrinha é minha filha, olha para mim Helena sou branco, e você uma vaca prostituta que dava para todos ele pode ser filha da mais da metade do nordeste....

— seu porco nojento vc me estrupou...

— acho que não foi só eu eu de comi aforça não é mesmo essas crianças pode ser filha a te Damião ou do velho, e não vem me dizer que vc não gostava da nossas brincadeiras....

Meu estômago esbulha quando sorri em escaneio e lambe os beiço.

— você ainda é muito gostosa Helena.... O que acha juntar nós três na quele  quando posso ser benevolente no nosso passado....

José tenta me agarrar mais soco sua garganta o fazendo inclina o corpo com falta de ar pela dor.
Não sei se onde tirei força mas soquei sua cabeça o fazendo cair, mas o mesmo não fica por minto tempo no chão  ele puxa meu corpo ao chão socando meu rosto, fico tonta, Eduarda tenta me defender e também e atingida por ele.
José Vicente e grande e forte e para ele somos moscas sobre sua sua bebidas,  duda tenta lutar mais acaba no chão sofrendo vários socos.

Puxo os cabelos de José mas ele me joga contra a mesa sinto, algo viscoso cai sobre meus olhos, a cabeça lateja, estou tonta mas Duda está sendo espancada e não consigo a defender.

Vejo caio passar por nós e agradeço mentalmente por ele ter corrido.

Ele me agarra pelos cabelos não consigo evitar quando minha cabeça vai contra o chão.

Um

Duas

Três vezes, mau consegui respirar, estava a beira de perder a consciência, meu coração e corpo entremeci ao ver minha filha largada e sangrando no chão.

IGOR A REDENÇÃO DE UM MAFIOSHistórias para pegar e não largar. Descubra agora