24. Intensidade

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WANDA MAXIMOFF

Os raios de sol entrando no quarto foi o motivo de termos acordado mais cedo do que o planejado. A pressa e empolgação da noite de ontem nos fizeram esquecer de fechar as cortinas.

- Você é linda sempre, mas logo pela manhã... Me tira o fôlego. -Natasha disse ainda sonolenta, rolando um pouco para o lado para ficar de frente para mim.

Sua voz rouca fazia sempre meu coração perder uma batida, era algo inevitável. Ela se levantou primeiro, me puxando pela mão e trazendo meu corpo junto ao seu enquanto caminhávamos agarradas até o banheiro.

- Por que você tem que ser tão gostosa assim? -reclamei admirando seu corpo, mas logo ela estava atrás de mim, e pude sentir os beijos dela percorrerem minhas costas enquanto ela usava suas mãos para ensaboar meus seios e barriga.

Natasha apenas riu, ligando a água novamente e deixando ela escorrer entre nossos corpos. Não demoramos muito, quando acabamos ela pegou dois roupões brancos no armário abaixo da pia, vestindo o seu e me ajudando a vestir o meu logo em seguida, escovamos os dentes lado a lado em frente ao espelho.

- Eu poderia me acostumar com isso. -o sorriso que nasceu em seu rosto fez meu coração acelerar. - Uma rotina com você.

- Você está me propondo alguma coisa, Natasha Romanoff? -perguntei erguendo as sobrancelhas em brincadeira e cutucando as suas costelas.

- Ainda não. -ela segurou minhas mãos e me trouxe para mais perto. - Mas eu irei.

Ainda de roupão fomos para a cozinha, a intenção era preparar qualquer coisa rápida para servir de café da manhã. Natasha estava linda com seus cabelos molhados e o cheiro de pós banho, fazendo todo o meu corpo acender em resposta à ela.

Ela procurou alguns ovos na geladeira e colocou-os sobre a bancada, se erguendo um pouco para pegar uma frigideira no armário de cima.

- Quer ajuda? -ri de seu esforço enquanto ela estava na ponta dos pés e me aproximei dela, pegando a panela e colocando sobre a bancada da pia também.

- Eu iria conseguir. -ela disse um pouco emburrada, ficando completamente adorável.

- Se você continuar fazendo esse biquinho eu vou precisar beijar a sua boca. -avisei, virando ela de frente para mim.

- Se você me beijar eu vou ter que quebrar a promessa que fiz para Laura sobre sexo na cozinha.

Ainda rindo, inclinei meu corpo para frente, capitulando seus lábios em um beijo doce e refrescante.

Nosso beijo se transformou de suave e gentil para selvagem e sensual, Natasha abriu meu roupão rapidamente, sem separar nossos lábios, ela nos virou rapidamente e logo estava erguendo meu corpo, me fazendo sentar na ilha da cozinha, seus beijos viajaram para o meu pescoço, descendo para o meu busto, colocando um seio na boca. Chupou com maestria, contornando o mamilo com a língua, mordia a pontinha e depois voltava a chupar.  Subi minhas mãos para suas costas, arranhando com as unhas por onde passava.

Fiz um rabo de cavalo em seu cabelo, retirando os fios de seu rosto, queria muito ver o que ela fazia, tão concentrada e cuidadosa. Depois que terminou com um fez o mesmo no outro, dessa vez abrindo os olhos e me encarando, chupava a curvinha do meu seio, lambendo o caminho até o mamilo.

Aquilo era divino.

- Oh, Nat...- Senti meu vente contrair, meu sexo apertar, eu iria gozar. Puxei sua cabeça para cima, precisava beijá-la. Suas mãos desceram para minha coxa, apertando , descendo o polegar lentamente.

Sutilmente seus dedos tocaram meu sexo,  explorando, os movendo para cima e para baixo, apertando meu clitóris entre os dedos, descendo para minha entrada, meu sexo contrai lubrificando seus dedos em uma excitação quente. Ela contornou minha entrada, subiu novamente e começou uma massagem deliciosa em meu clitóris. Fechei meus olhos, rebolando lentamente contra os seus dedos.

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