O médico Conrad Herbert perdeu a esposa muito jovem, tendo que cuidar sozinho da sua filha. No entanto, a garota não tinha uma boa relação com o pai o quê o preocupava, decidido a entender o comportamento estranho que a filha vem tendo e disposto a...
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Acordei animada nesse dia, decidi retomar a minha corrida matinal que acabei deixando de lado depois que comecei a ter uma rotina bem agitada.
Assim que sai de casa, acenei para Cassandra que estava entrando em casa ela e Sebastian chegaram faz alguns dias da lua de mel, em Miami.
Depois de correr por meia hora, resolvo voltar para casa, tomo um banho rápido e enquanto estou me arrumando ouço o meu celular tocar em cima da cama.
Assim que o pego um sorriso espontâneo surge em meus lábios ao notar que se trata do meu namorado, atendo no mesmo instante.
— Bom dia, princesa. —cumprimenta me fazendo sorrir bobamente.
— Bom dia, você não vive sem mim não é mesmo? —brinco ouvindo a sua risada do outro lado da linha. — Não vou poder falar muito eu já estava de saída para a faculdade.
— Dá uma olhadinha da janela. —pede me deixando curiosa.
Ainda com o celular no ouvido afasto as cortinas da minha janela e me surpreendo quando vejo o carro do Conrad estacionado próximo a rua.
— Meu Deus, você é maluco! —solto uma risada me apressando para sair de casa.
— Apenas por você.
Saio quase correndo de casa e guardo o meu celular na bolsa encerrando a ligação, bato na janela do carro que é aberta no mesmo instante.
O meu namorado sorri, apenas meneio a cabeça sem acreditar o vendo abrir a porta para mim.
— Você é louco. —sorrio ao me sentar do seu lado.
Ele sorri mostrando suas covinhas que eu amo, e me puxa para um beijo rápido.
— Agora que você entrou no meu carro devo alertá-la que isso se trata de um sequestro. —avisa, enquanto coloca uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.
— Ah não Conrad, mas e o seu trabalho e a minha faculdade? —questiono.
— Desmarquei todos os meus compromissos. —avisa.
— Mas eu ainda tenho aula esqueceu?
— Prometo que você não vai sair prejudicada, darei umas aulinhas particulares a você. —pisca para mim.
— Seu bobo! —o empurro de leve. — Posso ao menos saber para onde estou sendo sequestrada?
O meu namorado da de ombros e liga o carro me deixando sem respostas, olho indignada para o mesmo.
— Isso não é justo, eu tenho o direito de saber aonde está me levando não acha? —finjo estar irritada, ele apenas solta uma alta risada.
— Você fica ainda mais linda bravinha sábia?
Tento não sorrir mas falho, rápidamente ele muda de assunto. Assim que ele estaciona o carro me viro curiosa para ele sem reconhecer o local.
— Onde estamos? —questiono.
O meu namorado sorri e dá de ombros, logo em seguida ele puxa do bolsa da sua calça uma fenda.
— Vou precisar que você coloque isso. —avisou me entregando.
Estreito os meus olhos para ele.
— Não vamos esquecer de que caso a sua intenção for pedir um resgate devo alertá-lo que você sequestrou a pessoa errado. —brinquei o fazendo rir.
— E quem disse que eu pretendo devolvê-la? —ele ergue uma de suas sobrancelhas. — Vamos, agora coloque a fenda.
Um pouco hesitante faço o que ele pede, confesso que estou sendo corroída pela curiosidade. Ouço o barulho da porta do carro sendo aberta enquanto espero pelas próximas instruções.
Apesar de eu estar bem curiosa devo confessar que esse suspense está sendo bem divertido.
— Pode deixar que a partir de agora eu vou te guiar princesa.
Sorri quando senti a mão de Conrad segurar na minha, enquanto a outra ele coloca na minha cintura e me ajuda a sair do carro.
Bem devagar ele vai me guiando, cada vez mais a minha curiosidade aumenta.
— Ainda falta muito? —pergunto sem conseguir me conter.
Ouço a sua risada.
— Deixe de ser curiosa. —disse ele em um tom brincalhão. — Não se preocupe só mais alguns passos.
Andamos mais um pouco, logo ouço um barulho de água.
— Posso tirar isso? —insisto apontando para os meus olhos.
— Só mais um pouco, princesa.
Bufo já impaciente solto um pequeno gritinho quando ele me pega nos braços.
— O quê você está fazendo? —questiono confusa, segurando firme em seu pescoço com medo de cair.
— Assim ficará mais fácil para entrarmos. —avisa me confundido ainda mais. — Será que você pode afrouxar o aperto no meu pescoço é que estou quase sem ar.
Rapidamente diminuo o meu aperto e sorrio um pouco sem graça.
— Desculpa, é que eu estava com medo de cair. —explico.
— Isso não vai acontecer, eu prometo está bem?
Apenas assinto, não demora para que ele me coloque no chão consigo ouvir o barulho da água mais alto dessa vez.
— Está pronta para a surpresa? —perguntou com animação.
— Estou.
Conrad começa a tirar a fenda dos meus olhos, finalmente livre daquilo levo a mão a boca surpresa demais para o quê estou vendo.
— Você não fez isso! —exclamo sem acreditar olhando ao redor.
— Gostou?
— NÓS ESTAMOS EM UM IATE! —grito com euforia. — Claro que eu gostei.
O abraço antes que ele diga mais alguma coisa. Assim que desfazemos o nosso abraço o beijo rapidamente.
Olhei deslumbrada para o Iate enorme em que estávamos, ele parecia tão luxuoso eu nunca entrei em algo assim nem mesmo nos meus melhores sonhos.
— Obrigada, amor. —agradeço o olhando com carinho.
— Percebi que nesses dois meses em estamos namorando mesmo trabalhando no mesmo lugar nós não tínhamos muito tempo para nos divertimos. —confessou e se aproximou ainda mais de mim e segurou ambas as minhas mãos beijando-as em seguida. — E eu quero passar boa parte do meu tempo com a mulher que eu amo, por isso aluguei esse Iate apenas para nós dois.
— Eu também amo você. —admito e o abraço brevemente. — Obrigada por estar sempre ao meu lado.
— Não precisa agradecer, tudo que faço é porque amo você. —Conrad beija demoradamente a minha testa. — Agora que tal curtimos nosso passeio? Eu ainda tenho outra supresa.
— Outra surpresa? —pergunta sorrindo bobamente. — Desse jeito vou ficar muito mal acostumada, posso saber qual é a tal supresa?
Ele faz uma cara de suspense.
— Isso você só vai saber quando chegar a hora. —ele sorri. — Vamos tomar café da manhã aqui? Tem um banquete nos esperando.
Resolvi não insistir pois eu sabia que ele não me contaria mesmo. Por isso decidi apenas aproveitar esse passeio ao lado do homem que eu amo, acho que nunca fui tão feliz como agora.