Faça amor, não faça guerra.
Essa é a mensagem. Positividade e fé pra isso.
Pela felicidade.
Cê sabe bem que altos e baixos fazem parte.
A vida é bela, mas só pra quem tem coragem.
Hoje eu tô ligado que se existe o paraíso, ela é a passagem
🌙Co...
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── Quando eu tinha dois ano, eu vi uma borbuleta ── Theo diz meio embolado e gargalho.
── É mesmo, amor? E como foi? ── pergunto e ele põe o dedo indicador no queixo o batendo, está se lembrando.
── Foi muuuuuuito legal, ela era da sua cor, mãe. ── ele me quebra me chamando de mãe.
Deixo uma lágrima escapar e limpo rapidamente beijando sua bochecha gordinha.
Eu nem sei oque dizer, Filipe me explicou que o Theo veio sem o consentimento dele, onde ele estava bêbado quando transou com a Anna.
Mas Theo não tem culpa de nada. Ele só precisa de amor, de uma mãe e de um pai.
── Mãe, seu cabelo é muito nindo.
── O seu também é lindíssimo. ── falo tocando em seus fios castanhos e lisos.
Filipe tem o cabelo ondulado, mas não liso. Theo deve ter puxado a mãe.
── Mas o seu é mais legal, ele parece um miojinho. ── rir lembrando de Filipe dizer que meu cabelo é igual um miojo.
── Mas tu fala em pivete. ── Filipe reclama entrando na sala após sair da cozinha.
Já estamos em casa e eu não quero desgrudar do Theo por nada. Caramelo e negresco já amam ele, já que ele faz carinho neles toda hora.
── Para com isso. ── falo com o loiro.
── Mãe posso brincar com o negreti? ── rir concordando e ele logo foi pro quintal.
── Ele lembra você. ── murmuro meio tensa.
── Eu não sabia dele, te juro. ── se explica e olho para a televisão não conseguindo manter o olhar com ele ── A vó dele tá com câncer e pá, bagulho serião e só me mostrou o pivete porquê tá com medo de morrer.
── Tudo bem. ── murmuro e ele respira fundo deitando a cabeça em minha perna.
── Eu te amo muito, preta. Só não me deixa. ── diz mansinho e respiro fundo