April | 25th | 2022
Canadá - toronto, Yorkville
11:00 AM - Monroe's house
- Vão entrar sim, não estou os dando opções - puxo Louis pelo pulso, ainda segurando a mãozinha de Theodore.
A entrada de casa sempre muito verdinha, a grama sempre foi minha cama favorita. Os puxei pelo grande caminho de pedras cinzas e brilhantes, chegando rápido na porta e tocando cinco vezes o botão da campainha. Esperamos por alguns minutos, ouvindo Louis reclamar e Theo elogiar minha casa toda, sem contar a animação para ver meus pais.
- Sabia que era você - meu pai abre a porta sorrindo, vindo me abraçar - fica enchendo o saco com essa campainha.
Ouço Louis rir atrás de mim, quase sentindo sua respiração pelo pescoço. Theodore assume a atenção do senhor Monroe, o abraçando e tagarelando sobre tudo que podia.
- Tio Cole, olha o meu carrinho! - Theo estende a mãozinha cheia pelo carrinho ao mais velho.
- Muito bonito, carro azul é perfeito - meu pai sorri para o pequeno e o coloca para dentro de casa, logo passando a atenção a mim e Louis - e aí, fugitivos.
- Opa, senhor Monroe - Louis passa o braço por mim e bate na mão de meu pai, eles pareciam ter um pouquinho de intimidade.
- Papai, quanto tempo - o empurro para dentro e puxo Louis, fechando a porta e abraçando meu pai novamente - depois eu tenho umas perguntinhas para o senhor.
Sua boca entorna para baixo e seus olhos rolam até Louis, vejo os dois se olharem por breves segundos e puxo Partridge para um abraço também. O cheirinho de açúcar queimando e se tornando caramelo tomava conta da casa, tanto cheiro para tanto espaço vazio.
- Vou ir atrás de Theo e sua mãe, pink - um beijinho foi despejado sobre meu cabelo e vejo meu pai sumir entre os corredores para a cozinha, nos deixando sozinhos na sala.
- Quer ver uma coisa legal? - seguro o rosto de Louis com as duas mãos e abaixo até meu tamanho.
Sem perceber, reproduzo a mesma feição atrevida que Louis tanto fez até agora. Aos poucos o sorriso alheio surgiu e nossa animação aumentou.
- Quero! - uma única palavra para me dar direito de sair correndo por Louis até a escada escura de mármore áspero.
Subo a escada dois degraus por vez, indo assim mais rápido ao topo, fazendo um certo barulho. Corro pelo corredor e encontro a próxima escada, dessa vez, muito menor que a primeira. Breves passos até o final do terceiro andar e uma pequena portinha amarela foi aberta, abaixamos para entrar e logo a fechei.
- Primeiro: que bagunça é essa, Liz? - ando até a mesinha manchada de tinta e apoio as mãos sobre ela.
- É a minha bagunça, calado - procuro por um caderno por debaixo de várias folhas em branco e já riscadas.
- Tá bom... - ouço os passos de Louis pelo chão de madeira e presumo que esteja passando pelos quadros - e em segundo: que lugar perfeito!
- Você gostou? É meu mundinho... tá precisando ser organizado, mas eu passo mais tempo aqui do que em qualquer outro lugar - finalmente acho um caderno que procurava.
- Eu gostei do seu mundinho, adoraria passar mais tempo nele - me viro com o caderno e encontro um Louis apreciando desenhos colados pela parede. Poucos passos até sua pessoa e toco-lhe o ombro.
- Pode fazer parte do meu mundinho, tá bom? - sorri e recebi uma reação de surpresa e felicidade. Estiquei o caderno para Louis e o vejo abrir e folhear as páginas.
- As folhas estão vazias - concordo e agora tenho um Louis confuso folheando o caderno.
- Sim, porque agora você faz parte do meu mundo - nossos olhares se cruzam e puxo uma caneta que havia pêgo na mesa.
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entre docinhos e beijinhos; Partridge
Fanfiction• | ♥︎ - Então é aqui que ficam as pessoas que roubam docinhos sem a permissão do dono da festa? - Se você não contar a ninguém, te dou um docinho! Já se perguntou qual o seu docinho favorito? Talvez o seu favorito te faça conhecer algu...
