Maiara on
Maraisa estava sentada no sofá que tinha ali no quarto, com a Maya no colo, e com a cloe ao seu lado, ela não estava se sentindo muito bem então maraisa estava fazendo de tudo para tirar um sorriso dela, e estava conseguindo.
- olhando assim nem parece que a Maraisa está mal - olhei para Gustavo.
- uai, como assim mal? - ele me olhou de volta.
- desde quando ela chegou aqui com a cloe ela estava estranha, os olhos estão inchados de tanto chorar, o olhar dela, ela está com medo.
Quando termino de falar vejo Fernando entrando pela porta do quanto em que eu estava.
O que o Fernando estava fazendo no hospital?
- Fernando?! - Gustavo falou.
- o que você está fazendo aqui? - me sentei, acabei soltando um gemido pela dor no corpo.
- vim ver como você está - ele se aproximou e começou olhar para maraisa.
- eu estou ótima, agora pode ir embora - fui rápida.
Maraisa levantou e colocou Maya que estava dormindo no berço ao meu lado, e depois ela saiu do quarto e Fernando foi atrás.
Maraisa on
- o que você quer? - abaixei a cabeça.
Ele se aproximou, pegou em minha bunda e colocou sua boca na minha orelha.
- eu espero que você não tenha falado nada - ele enfiou a mão dentro na minha calça moletom, e deixou a mão em minha intimidade - amanhã eu te pego as sete, você vai aprender a sugar uma rola.
- eu não quero, por favor... - sussurrei.
Ele levantou a lateral da minha calcinha e enfiou dois dedos na minha intimidade, ele enfiava e tirava com muita força, ele pegou minha mão e colou em seu pênis, ele estava de pal duro.
Estava doendo muito...
Eu sentia nojo de mim, tirei minha mão o mais rápido possível dali, quando ele tirou seus dedos eu vi sangue neles, fiquei um pouco assustada.
- gostosa - ele sussurrou em meu ouvido - te pego as sete vadia.
Quando ele saiu eu fui correndo pro banheiro, peguei a lâmina da minha blusa moletom, abaixei minha calça e cortei perto das queimaduras.
Em minhas coxas...
Não me culpem...
Eu só estou protegendo minha irmã...
Depois de uns tempos, eu voltei para o quarto.
- maih - respirei fundo - se eu for embora, você vai ficar triste?
- o que que ele fez maraisa? - ela perguntou séria.
- nada metade - cloe veio até mim e estendeu os bracinhos, Peguei ela no colo - estou muito cansada e dolorida, cê você quiser que eu fique eu fico.
- não pode ir, fica bem viu - fui até ela e dei um selinho nela.
- titia - cloe deitou sua cabeça em meu pescoço.
- oi, minha girafinha - tiro o cabelo do seu rosto.
- papa foi embola?
- foi meu amor - depositei um beijo no topo da sua cabeça.
Me despedi das meninas e do gu e fui embora, chegando em casa eu fui na cozinha, peguei uma garrafa de vinho e fui para o meu quarto, tirei minha blusa, ficando só de lingerie e calça moletom.
Deitei em minha cama e começei a chorar horrores, abria a garrafa e começei a beber no bico mesmo.
Já estava +/- 1 hora e meia ali, eu estava indo para terceira garrafa, até que eu escuto uns passos e a voz da Marília me chamando.
- maraisa - a voz dela estava se aproximando - maraisaa - ela entrou em meu quanto e se aproximou de mim.
Me levantei da cama fui até ela e a dei um selinho, depois me afastei mas senti seu olhar em meu corpo.
Puta que pariu, a blusa.
- maraisa... - ela fechou os olhos, fui até minha cama, peguei minha blusa moletom e vesti.
- oi? - olhei para ela, me sentei na cama mas logo levantei rápido, minha cabeça estava rodando então me apoiei na cabeceira.
- você está transando com outra pessoa? - ela me encarou.
- Marília...
- você está transando com alguém sem ser eu maraisa? - como eu vou explicar que eu estava sendo abusada e espancada?
- não, não é isso Marília...
- é o quê então? Vai fala que você foi estrupada?! A me poupe - Marília estava perdendo o controle.
Aquela palavra me doeu, "estrupada" eu realmente tinha sido estrupada.
- não fala assim, isso machuca - me engatinhei a até - eu não fiz nada, acredita em mim, quando eu poder contar eu conto, só não me deixa, por favor.
Ela veio até mim, deitou na cama e me puxou para o seus braços.
- me desculpa - ela sussurrou - eu quero te proteger minha baixinha.
- cuida de mim, eu estou começando a ficar bêbada.
