Dez anos depois

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Dez anos se passaram, a princesa Miranda cresceu e se tornou uma bela mulher. Ela continuava gentil e bondosa, cresceu tendo graça e postura, e não existiam dúvidas de que aquela princesa iria se tornar uma boa e amável rainha em um futuro próximo.

A Miranda sem dúvidas era alguém muito elegante, porque ela sempre estava usando luvas nas mãos com as roupas maravilhosas dela. Ela usava luvas longas para cobrir os braços e as mãos, e usava luvas curtas que eram usadas para proteger as mãos durante atividades ao ar livre.

As luvas que a bela princesa usava, eram um item essencial para a etiqueta social dela porque a Miranda sempre as usava em eventos formais, sociais e em ocasiões especiais.

E por falar em ocasiões especiais, os pais da princesa estavam organizando uma festa de aniversário muito especial para ela. O rei Arthur tinha esperanças de que a Miranda se apaixonasse por um príncipe chamado Eduardo na festa.

O rei gostava muito daquele rapaz porque ele era filho de um amigo de infância muito querido de Arthur. Mas acontece que a Miranda não gostava do príncipe Eduardo.

Eles se conheceram na festa de dezoito anos dela, ela estava se sentindo muito pressionada, porque ela não queria casar com quem ela não amava. Mas se dependesse de Arthur a Miranda já teria se casado com o príncipe Eduardo quando ela tinha completado vinte anos. Só que a rainha Soraya é que não deixou, ela convenceu seu marido de que a filha deles era muito jovem e precisava viver a vida um pouco mais antes de decidir se casar.

Arthur planejou que na festa de aniversário da princesa, iria acontecer um clima romântico. Ele inclusive contratou uma banda e um violinista famoso, para cantar músicas românticas de sua própria autoria, para ajudar esse clima a acontecer enquanto a Miranda dançasse com o príncipe Eduardo.

Durante a dança era o momento certo para o rapaz pedir a princesa em namoro. Aos olhos daquele homem ruivo aquele plano seria um verdadeiro sucesso.

Eduardo era alto, tinha cabelos castanhos claro, e olhos cor de avelã.

Então em uma bela manhã, a princesa Miranda resolveu sair pra andar a cavalo. Ela colocou sua capa para não ser reconhecida pelas pessoas. A moça quis ir até a aldeia, ela pretendia ir até a casa onde o Alexander morava.

Ela sentia tanta saudade dele que pretendia olhar aquele lugar só para recordar dele. No caminho a moça ruiva ficava pensativa se deveria ir mesmo pra lá, mas ela ouviu o coração e foi.

Chegando na aldeia ela vê uma multidão em volta de uma pessoa que tocava violino. Então ela se aproxima, enquanto as pessoas aplaudiam a pessoa que estava tocando.

Miranda entra no meio da multidão e se depara com um homem muito bonito, alto, charmoso, com cabelos castanhos, e de um sorriso lindo.

Pensamentos de Miranda: "Que homem bonito."

As pessoas colocavam dinheiro no chapéu daquele rapaz que estava no chão. Miranda queria conversar com aquele homem, então ela esperou pacientemente todo mundo ir embora pra poder falar com ele.

Miranda ficou encantada pelo jeito que aquele rapaz tocava. Ele fechava os olhos enquanto tocava, parecia que ele estava sentindo a música de um jeito muito especial.

O que aquela bela princesa não sabia era que aquele rapaz era o Alexander, então todo mundo aplaude e vai embora, restando apenas uma menininha e seus pais. A menina se aproxima do violinista e diz:

Menininha: Você é o melhor violinista do mundo!

Alexander: Muito obrigado, princesinha.

Alexander pega seu chapéu do chão e retira um pouco de dinheiro de lá e entrega para ela.

A princesa e o violinista Histórias para pegar e não largar. Descubra agora