Capítulo 17 : Palavras Weasley

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Harry não quis tomar café da manhã depois dos gritos de Ginny, então Lucius o escoltou para a próxima aula. Felizmente era Poções e em cinco minutos eles estavam encostados na porta da sala de aula.

Harry ainda estava ligeiramente abalado, olhos baixos, mãos enfiadas nos bolsos. Lucius estendeu as mãos e entrelaçou seus dedos. 'Atormentar...'

O adolescente olhou para ele.

— Não deixe que uma bruxa boba o derrube.

- Não é isso. – Harry suspirou. 'É só que sei que haverá mais pessoas que pensam a mesma coisa que Ginny.'

"Esqueça-os, eles não são importantes", disse Lucius. 'Você tem muitas pessoas que aceitaram isso; Black, Lupin, Srta. Granger, nosso kit, e todos os seus amigos Grifinórios.'

- Verdade. – Harry disse.

"Não deixe que eles façam você se sentir chateado ou com raiva", disse Lucius. 'Eu sei que é difícil quando parece que o mundo inteiro está contra você, e me irrita que esteja acontecendo com você de novo...' Ele parou e olhou nos olhos de esmeralda de Harry. 'Mas saiba que você não está sozinho, Harry, estamos juntos nessa.'

Harry sorriu. 'M'kay.'

'Sentir-se melhor?'

'Um pouquinho.'

— Ajudaria se eu te beijasse?

Harry olhou para baixo, sorrindo timidamente. Ele não estava acostumado a poder beijar Lucius em público. 'Talvez...'

Lucius riu e soltou as mãos de Harry. Ele puxou o rosto de Harry para cima, segurando seu queixo levemente, enquanto sua mão direita segurava a bochecha do adolescente.

Ele pressionou seus lábios suavemente e Harry gemeu. Ele estendeu a mão, um braço passando ao redor dos ombros de Lucius, a outra mão correndo por seu cabelo loiro platinado. Ele puxou Lucius para mais perto, o sonserino obedecendo e dando um passo à frente.

Lucius encostou Harry na parede e pressionou seus corpos juntos. Harry estava coberto de calor, em Lucius, e podia sentir o corpo firme do homem forte contra o seu. Ele teve que lutar para não seguir em frente, o desejo de esmagar seus lábios juntos e empurrar para Lucius era tão forte.

Em vez disso, Harry deixou-se encostar na parede, Lucius liderando o beijo e explorando sua boca minuciosamente. Harry sempre soube que Lucius era um excelente beijador, mas o homem ficava melhor a cada dia. Ele estalou sua língua contra a de Harry e Harry gemeu embaraçosamente alto.

Lucius riu contra ele, mas não tirou os lábios, mais do que feliz em beijar Harry até o esquecimento. Parecia estar funcionando também porque Harry estava escorregando pela parede, os joelhos bambos e as pernas fracas. Lucius teve que soltar o rosto do adolescente para envolver um braço em volta de sua cintura e puxá-lo de volta.

Alguém limpou a garganta e o casal se separou. Severus estava parado ali, os olhos de ônix estreitados, uma sobrancelha preta levantada. Ele estava com os braços cruzados, o dedo indicador batendo na manga da roupa. Atrás dele estava a turma de Harry, Draco revirando os olhos para as colegas veela, o resto parecendo bastante chocado.

Lucius teve que lutar para não rosnar para todos eles e explodi-los para que pudesse voltar para a boca de Harry. Ele empurrou através da luxúria que desceu em seu cérebro e se levantou, puxando Harry com ele.

O adolescente tropeçou antes de se endireitar. O sangue correu para seu rosto e ele corou profundamente enquanto Lucius ajeitava suas roupas.

'Harry, te vejo mais tarde,' o sonserino disse e se inclinou para dar um beijo casto nos lábios inchados e vermelhos de Harry. Harry retribuiu o beijo, mas ficou quieto, sabendo que se tocasse Lucius de novo, faria ainda mais papel de bobo.

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