Ó deus do amor, diga-me o que está fazendo
Pois não sei se suportarei essa sensação.
Sei que estou me contradizendo,
Mas ainda não estou pronta para segurar aquela mão.
Ó filho de vênus, você conhece meu coração,
Acompanha meus maiores anseios,
Sabe sobre minha exasperação,
Então por que outorgaste a entrada de sentimentos alheios?
Ó grande eros, como podes fazer isso comigo,
Permitir-me experienciar tamanhos galanteios
Que lambram-me de um momento antigo
Na qual apenas vivia de devaneios?
Ó filho de marte, o que estás a tramar?
Colocaste o belo homem em meu caminho
Agora meu peito está à inflamar,
Mas não consigo aproveitar o ato de carinho.
Ó temido cupido, fizeste-me ceder,
Conseguiste quebrar meu escudo
E como um soldado, me render,
Só restando-me no aguardo de tudo.
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Poderia, eu, voar?
ŞiirCom todos os acontecimentos em minha vida, descobri meu refúgio na escrita. Como poderia eu, uma simples jovem de 15 anos, vivenciar tantas coisas? Espero que isso ajude vocês que estão tão perdidos quanto eu nesse lugar cruel em que vivemos.
