⌗𑇛 (🖇️) 𝙁𝙖𝙣𝙛𝙞𝙘 𝙈𝙞𝙣𝙨𝙪𝙣𝙜 flex [𝘤𝘰𝘯𝘤𝘭𝘶𝘪𝘥𝘢]יִ ⺌
⺀Em um mundo onde a vida e a morte se entrelaçam, Lee Minho, um habilidoso assassino de aluguel, recebe a missão de eliminar Han Jisung, um talentoso guitarrista e herdeiro de uma i...
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— O que eu quiser? — ele disse, um sorriso cínico se formando em seus lábios. A provocação estava no ar, e ele se aproximou, quase colando seu rosto ao de Jisung, que mantinha uma expressão neutra, mas seus olhos traíam uma curiosidade latente. — E se eu quiser te beijar agora? — sussurrou, a voz baixa e carregada de intenção. O cheiro do perfume dele envolvia Jisung e, por um instante, o mundo ao redor parecia desaparecer.
— Eu diria que a vida é muito curta para não aproveitar cada momento que oferecem. — respondeu Jisung, puxando levemente a gola da camisa do assassino. Os dedos dele eram quentes e firmes, provocando um arrepio que subiu pela espinha do mais velho.
— Agora você não se importa mais. — continuou Minho, seus dedos acariciando os ombros do guitarrista com uma suavidade inesperada. Jisung o olhava com uma intensidade diferente. Uma mistura de emoções passava por seu olhar, desafiando a frieza que costumava exibir. — Você realmente mudou muito, meu guitarrista. — disse, sua voz suave como seda. — Seus olhos me dizem que dessa vez não está tentando me usar como da última vez.
Jisung sentiu um frio na barriga com as palavras dele. Era verdade, havia algo diferente no ar entre eles. Ele respirou fundo antes de responder:
— E os seus olhos me mostram o quanto você queria sentir o sentimento que está sentindo agora. — respondeu Jisung, a confiança crescendo dentro dele enquanto encarava Minho diretamente.
— Parece que finalmente estamos começando a nos entender.
— É o que parece.
Minho sorriu de maneira sedutora.
— Jisung… eu te odeio com todas as minhas forças. — disse ele, sua mão deslizando até o pescoço do mais novo. O toque era firme e possessivo ao mesmo tempo.
Então, sem aviso prévio, Minho puxou Jisung para mais perto e o beijou com uma intensidade avassaladora. Os lábios se encontraram em um choque elétrico, um beijo carregado de paixão e raiva, onde o desejo e o desprezo se entrelaçaram como chamas.
O guitarrista permitiu que Minho tomasse a dianteira, os lábios pressionados contra os dele em uma batalha silenciosa de vontades. O beijo era tudo menos inocente, havia um turbilhão de emoções fervendo sob a superfície.
O sentimento entre eles estava longe de ser um amor divino ou genuíno, era uma mistura caótica de ódio e desejo que queimava intensamente tanto por dentro quanto por fora. Quando estavam juntos tudo mudava, a linha entre amor e ódio tornava-se indistinta e confusa.
Enquanto os lábios se moviam em sintonia desgastada pela tensão acumulada ao longo do tempo, ambos sabiam que aquele momento era apenas uma fração do que realmente sentiam. A intensidade daquela conexão era palpável, como se o mundo ao redor estivesse prestes a desmoronar sob o peso da verdade não dita entre eles.
— Minho! — Changbin batia na porta com uma insistência quase cômica, sua voz ressoando pelo corredor. — Você não disse que a gente ia embora rapidinho? — ele dramatizou, fazendo uma careta exagerada. — Tá tão tarde, acho que vou chorar ou dormir aqui mesmo!