⌗𑇛 (🖇️) 𝙁𝙖𝙣𝙛𝙞𝙘 𝙈𝙞𝙣𝙨𝙪𝙣𝙜 flex [𝘤𝘰𝘯𝘤𝘭𝘶𝘪𝘥𝘢]יִ ⺌
⺀Em um mundo onde a vida e a morte se entrelaçam, Lee Minho, um habilidoso assassino de aluguel, recebe a missão de eliminar Han Jisung, um talentoso guitarrista e herdeiro de uma i...
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— Esse é o muquifo que ele mora? — Jisung perguntou, inclinando-se para frente no assento do carro, seus olhos fixos na casa à sua frente. O lugar parecia abandonado, com janelas sujas e um jardim descuidado que exalava um ar de descaso.
— Pelo menos a dele tá de pé, né? — Minho respondeu, afundando as costas no banco com um sorriso sarcástico, como se estivesse se divertindo com a situação. — Já tá na vantagem.
Changbin riu silenciosamente, mas logo se recompôs, mantendo uma expressão séria enquanto observava o movimento dos outros.
— Será mesmo que ele tem algo a ver com os mascarados? — Jisung perguntou, analisando a lista de nomes e números que havia conseguido pegar na boate. Ele passava os dedos pelas letras — O nome dele nem tá aqui.
— Esses nomes podem ser falsos também. Não se engane. — Changbin advertiu do banco de trás, sua voz baixa e firme. — E pelo que vocês falaram, ele realmente pode ter algum envolvimento.
— Acho que aquela câmera não foi bem colocada. — Minho murmurou, olhando para o celular com uma expressão de frustração enquanto tentava descobrir mais informações.
— Espera aí, que câmera?! — Changbin questionou, seu tom de voz aumentando em curiosidade e preocupação.
— A câmera que o Seonghwa afirmou ter colocado da última vez que veio aqui — Minho explicou rapidamente, sem desviar os olhos da tela do celular.
Finalmente, quando a imagem se estabilizou, uma sensação de desconforto tomou conta deles. O interior da casa parecia macabro, a iluminação era fraca e havia fotos espalhadas pelo chão e penduradas nas paredes como troféus perturbadores.
San estava revelando algumas fotos em uma câmara escura, onde a luz quase não penetrava. As imagens na gravação saíam distorcidas e inquietantes.
— O que esse maluco tá fazendo? — Minho questionou enquanto observava a filmagem.
— Comprando pão, não tá vendo? — Jisung alfinetou, tentando quebrar a tensão com humor.
O assassino encarou Jisung por alguns segundos com um olhar mortal, mas logo desviou sua atenção para o aparelho em mãos ao notar um movimento estranho vindo do homem.
Minho ergueu uma sobrancelha confuso ao ver a imagem distorcida na tela. O investigado estava parado, encarando uma das câmeras escondidas com um sorriso perturbador estampado no rosto, ele parecia ter congelado a imagem, seus olhos não piscavam. Era um sorriso que fazia arrepiar até os pelos da nuca.
— Credo! — Changbin exclamou conforme a imagem ficava cada vez mais distorcida e gélida na tela do celular.
— É melhor nós sairmos daqui. — Minho tentou ligar o carro, mas as chaves simplesmente não respondiam ao seu toque nervoso. Ele girou as chaves com força excessiva, sua frustração crescendo. — O que houve com essa merda?!