⌗𑇛 (🖇️) 𝙁𝙖𝙣𝙛𝙞𝙘 𝙈𝙞𝙣𝙨𝙪𝙣𝙜 flex [𝘤𝘰𝘯𝘤𝘭𝘶𝘪𝘥𝘢]יִ ⺌
⺀Em um mundo onde a vida e a morte se entrelaçam, Lee Minho, um habilidoso assassino de aluguel, recebe a missão de eliminar Han Jisung, um talentoso guitarrista e herdeiro de uma i...
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O imponente prédio se erguia à distância, como um monólito que intimidava a cidade, grandes janelas aparentemente com vidros espelhados. Um frio percorreu o estômago de Jisung enquanto o carro avançava lentamente em direção ao estacionamento do evento, a paisagem passando pelas janelas.
— Lembrem-se do plano. — disse Minho, manobrando o carro.
Jisung, no banco de trás, soltou um suspiro profundo, mal conseguindo esconder sua frustração.
— Só de ter que encarar essa gente fingindo se importar com caridade me dá vontade de vomitar.
— Relaxa, você não precisa conversar muito com eles. O importante é identificarmos alguns membros da gangue e descobrir o que estão fazendo aqui. — Changbin tentou acalmá-lo.
— E eu ainda não entendi por que sou eu quem tem que ir lá.
— Porque você é o único que faz sentido estar num evento desses. — Minho respondeu, desligando o carro e virando seu corpo para encarar Jisung no banco de trás. — Ou você acha que eu apareceria nesses eventos?
Jisung suspirou exasperado.
— Vai logo, guitarrista. — Minho comentou, destrancando as portas. — A gente se encontra logo depois. Ah, e confere essa câmera.
Jisung revirou os olhos, ajustando a gravata onde continha o equipamento, abrindo a porta com um movimento brusco que fez o carro tremer. A irritação o consumia a cada passo que dava em direção ao prédio.
— E para de bater a porta do meu carro, seu desgraçado. — Minho resmungou, acendendo um cigarro e observando Jisung se afastar, a fumaça se dissipando no ar.
— Você acha que o Seung Woo vai estar aqui? — Changbin indagou, afundando-se no banco do passageiro, a preocupação evidente em sua voz.
— Claro que não. Aquele imbecil não seria tão burro, ainda mais depois de ter desaparecido. — Minho tragou o cigarro, soltando as cinzas pela janela com desdém.
— Isso tudo é tão estranho. Não consigo entender por que ele parou de nos pressionar. — Changbin cruzou os braços, pensativo.
— E me diz, o que você entende disso tudo? — Minho respondeu, a impaciência começando a transparecer.
— Vem cá, será que o Jisung vai demorar muito? — desviou o assunto abrindo seu notebook.
[...]
A música clássica do piano ressoava pelo saguão, criando uma atmosfera opressiva que Jisung achava sufocante. Com passos hesitantes, se movia entre os convidados, rostos desconhecidos cercando-o, todos imersos em conversas superficiais.
Pegou uma taça de vinho do garçom que passava, mas a bebida amarga apenas acentuava seu descontentamento. Logo estranhou a ausência de qualquer parente, já que sempre havia alguém se fazendo de boa pessoa em eventos como aquele.