XIX | Doce Veneno

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Este capítulo pode abordar sexo sadomasoquista. Se não se sente confortável ao ler, pule o capítulo.
Desligue as luzes e boa leitura!

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"Vamos jogar um jogo chamado o mestre mandou,O Mestre mandou abrir suas pernase coloque as suas mãos atrás da cabeça

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"Vamos jogar um jogo
chamado o mestre mandou,
O Mestre mandou abrir suas pernas
e coloque as suas mãos atrás da cabeça."
(simon says)

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DE REPENTE, ALGO CLICOU EM MINHA MENTE, como se uma peça crucial do quebra-cabeça estivesse prestes a se encaixar. Faltava uma única peça, e essa peça estaria no quarto de Morgana, escondido em alguma parte. Talvez jogado pelo quarto.

Eu sei, eu levo uma parcela da culpa por iniciar uma guerra, mas, eu tenho certeza que não expandiu tanto assim. Não expandiu. Havia algo a mais, algo que, por algum motivo específico, me envolvia. Eu sentia isso.

Meus olhos arregalaram-se, refletindo a chama da curiosidade. Minhas mãos tremeram subitamente, se eu não achasse nada, consideraria Helena uma verdadeira cobra mentirosa. Não que ela não fosse. Ela é completamente babaca e idiota.

Sem perder mais sequer um segundo na mesa, ergui da cadeira com urgência, empurrando-a levemente no processo, que resultou um miserável atrito, quase raspando o chão.

Pude sentir o peso dos olhares da mesa voltados para mim, igualmente incrédulos com a ação repentina.

Oliver arregalou os olhos ao escutar o atrito que atingiu cada ouvido presente na sala. Becca exerceu o ato de franzir a testa. Já Helena teve o imediato de perguntar:

- Para onde você vai?

- Buscar respostas. - respondi.

O tapete abafou o som de meus passos pesados enquanto eu atravessava a sala em direção aos enormes e sombrios corredores. E oras, esses corredores são tão cansativos!

O coração batia forte e frenético, e a ansiedade misturada com a curiosidade pulsando em minhas veias faz com que tudo se torne de imediato, criando uma atmosfera eletricamente carregada. Eu preciso descobrir isso, ou já posso sentir o amargo gosto do veneno cujo é a eterna curiosidade me matando.

Adelina Onde histórias criam vida. Descubra agora