ESSA OBRA É UM DARK ROMANCE
No século XVIII, o majestoso reino de Virgyl testemunha o nascimento de Ophellia, uma bela e encantadora princesa.
Porém, sua vida é ameaçada pela invejosa Morgana, uma bruxa disfarçada que busca aproveitar os poderes de...
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"Você poderia me abraçar a noite inteira? Coloque seus lábios no meu rosto salgado quando eu começar a chorar, Você poderia ser minha primeira vez? Me coma como uma torta de maçã, faça com que eu não queira morrer, me ame intensamente e me deixe voar me levante, sim, me deixe nas nuvens me amarre, não saia do meu lado. Não seja um desperdício do meu tempo." (high school sweethearts)
A FLORESTA ESCURA ESTENDIA-SE diante de mim como um labirinto sinistro de árvores altas e retorcidas. A luz da lua cheia, filtrada pelas densas folhas, lançava sombras dançantes no chão coberto de musgo. O silêncio pesado pairava no ar, quebrado apenas pelo ocasional farfalhar das folhas ou pelo suave sussurro do vento entre os galhos.
A escuridão da floresta parecia absorver qualquer vestígio de luz, criando uma atmosfera opressiva e claustrofóbica. O chão irregular estava salpicado de raízes expostas, criando obstáculos invisíveis que me mantinha cautelosa a cada passo. A vegetação densa formava uma barreira impenetrável ao redor, aumentando a sensação de isolamento.
À medida que avançava, percebia que a floresta estava viva com uma sinfonia de sons noturnos desconhecidos. O ulular de corujas ecoava entre as árvores, enquanto outros ruídos indistintos aumentavam a minha ansiedade. Sombras moviam-se furtivamente entre os troncos, fazendo com que eu me questionasse sobre o que poderia estar à espreita na escuridão.
A cada quebra de galho, me enrijece, meus sentidos aguçados alertando-me para qualquer possível ameaça.
Não sabia o que estava acontecendo ali, estava com frio e querendo apenas um agasalho. Queria encontrar a minha casa, mas quanto mais eu caminhava, mais eu me sentia perdida dentro daquele lugar.
De repente, um choro angustiante cortou o ar. Era um som estridente e melancólico, ecoando pelas árvores como um lamento triste. A mulher emergiu das sombras, suas lágrimas refletindo a luz escassa que conseguia penetrar nas densas folhagens. Seus olhos pareciam desesperados, perdidos em uma mistura de medo e dor.