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Fiquei por volta de uns 5 minutos chorando e depois enxuguei as minhas lágrimas e me levantei.

Fui até o banheiro, lavei meu rosto e fiquei encarando meu rosto com uma expressão cansada. Eu sai do banheiro e fui até o escritório.

Cheguei no escritório e comecei a fazer o que eu tinha que fazer.

— Soo-jin. - Escuto alguém me chamar.

Olho para a porta e vejo Hee-sik.

— Pode me acompanhar?.

— Tudo bem. - Me levanto e sigo ele.

Ele segura a minha mão e me leva até o estacionamento.

— Por que tá segurando a minha mão?.

— Você não precisa mais investigar.

— Como assim?.

— A Nam-soon está mais próxima do Shi-oh do que você.

— Mas e eu fiz tudo isso a toa?. - Perguntei, indignada com o que havia escutado.

— Você foi inútil, não descobriu nada. - Ele me encara. — Peça demissão.

— Tsc. - Olho pro chão e depois encaro ele e começo a rir. — É engraçado ouvir isso de você.

— Qual a graça?. - Ele me encara.

— Nenhuma, eu vou me demitir.

Falei isso, mas eu não queria me demitir, uma parte de mim queria se prender ao Shi-oh, e a outra se soltar.

— Vá agora.

— Tudo bem, eu vou lá.

Hee-sik entra no seu carro e eu vou até a sala de Shi-oh.

Dou duas batidas antes de entrar e entro sem esperar a sua resposta. Assim que eu abro a porta eu me deparo com Shi-oh fazendo cafuné em Nam-soon.

— Soo-jin?. - Ele me encara e eu apenas o encaro paralisada com o que tinha visto.

— Oi.

— Oii Soo-jin. - Nam-soon acena sorrindo.

Assim que Shi-oh vê o sorriso dela, ele também sorri.

— Enfim TsegTseg, depois terminamos a conversa.

— Ok!, tchau Soo-jin, tchau Shi-oh!. - Ela abre a porta e sai.

Shi-oh caminha até mim e me encara e da um sorriso ladino.

— Está linda hoje. - Ele pega uma mecha do meu cabelo e põe atrás da minha orelha.

Coro com a ação do mais velho e dou um sorriso. Até me lembrar de Nam-soon.

— Precisamos conversar Shi-oh.

— Sobre?. - Ele me olha curioso.

— Quero me demitir.

— Como assim?. - Sua expressão fica seria.

— É, eu quero me demitir.

— Tem algum motivo específico?.

— Não.

— Entendi, tudo bem então.

Shi-oh põe a mão no meu rosto e acaricia, me puxando pra mais perto e se inclinando pra me dar um beijo, mas logo em seguida eu desvio.

— Por que desviou?.

Suspirei e tentei deixar de lado todo o meu sentimento por ele.

— Não acho certo esse tipo de relacionamento, Shi-oh.

— Compreendo. - Ele me encara com um olhar triste.

— Vou pegar meus pertences e ir embora.

— Ok, até mais.

Saio da sala e pego minhas coisas e desço até o estacionamento indo até o carro de Hee-sik.

Ele estava em pé me esperando.

— Demorei?.

— Não.

— Que bom. - Sorrio. — Vamos?.

— Espera, preciso te perguntar algo.

— Pode falar.

— Você ainda me ama Hae-won?.

— Que pergunta é essa?. - Fico supresa com a sua pergunta.

— Eu to com um desejo imenso de te beijar de novo e de sentir você novamente. - O mais alto fala como se fosse algo simples.

Eu estava preparada pra negar, até que vejo Shi-oh do outro lado do estacionamento e pra provocar ele eu uso essa situação como proveiro.

— Eu também.

O mais alto se aproxima de mim e põe a sua mão na minha nuca e me envolve em um beijo quente. A única coisa que vinha na minha cabeça era o Shi-oh e meu ciúmes pela Nam-soon, até que percebo que estou beijando o cara que me fez chorar por noites seguidas.

Se separamos do beijo e vejo Shi-oh parado me encarando, até que a Nam-soon aparece e toma a atenção do mais velho.

Fico encarando até que Hee-sik bate palmas na minha frente chamando minha atenção.

— Terra chamando Hae-won.

— Ah, oi. - Encaro ele. — Ah sim, casa, vamos.

Entro no carro e o mais alto faz o mesmo. Ele loga o carro e passamos por Shi-oh e Nam-soon, ele estava sorrindo com aquele sorriso para ela.

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Perdão a demora gente, meu celular tinha quebrado 😭😭💔

Meta é 15 estrelas nesse cap pro próximo!

Dangerous - Ryu Shi-OhOnde histórias criam vida. Descubra agora