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EITA KKKKKKKKKKKK
Passou um bom tempo desde que não nos vemos, kkkk
Não vou mentir, senti saudade da insalubridade e do cheiro da radiação. Espero que não tenham sentido minha falta e tenham perdido as esperanças em mim, porque, infelizmente, eu cheguei.
Brincadeiras a parte, esse capítulo é algo tranquilo e se baseia no Marvel's Spider-Man 2, mas vi a jogatina alenas na época do lançamento, então não lembro de muita coisa. Vou começar devagar desta vez, logo logo poderei retornar com mais coisinhas por aqui :D

É isto, fiquem com esta one shot o//

Wade Wilson

A cidade estava uma verdadeira bagunça. Até maior do que as vozes incessantes que tomam a cabeça do mercenário. Isso por si só foi uma preocupação e tanto, afinal, o que seria mais desorganizado do que a vida de Wade?

Empunhando as katanas em suas respectivas bainhas, ele suspirou pesadamente enquanto investigava a estranha gosma preta espalhada pelos quatro cantos de Manhattan. Elas tentavam se grudar no uniforme de couro, como se estivessem sedentas por um hospedeiro. Oh, sim. Esse era o termo que Wade estava procurando há algum tempo. Ele estava nomeando-a como porra e graxa, mas descartou assim que soube que nenhum desses dois estava tentando sequestrar seu corpo e destruir toda a humanidade.

Os gritos e sirenes indicavam o mínimo que o caos estava fornecendo. Wade encarou alguns aliens estranhos, que logo descobriu que eram humanos vestidos com aquela estranha substância. Eles eram extremamente agressivos e repletos de dentes pontiagudos. Nojentos. O mercenário gastou alguns pentes de suas armas de fogo, mas a couraça preta expulsava e impedia que penetrasse internamente, o que o frustrou. Porém, felizmente as armas brancas surtiram algum efeito, de algum jeito.

Usando a escada de incêndio de um prédio de tamanho mediano em Hell’s Kitchen, Deadpool subiu até o telhado para olhar o estrago que o estranho causou. Até a noite passada tudo estava bem, mas agora o cenário era digno de uma série apocalíptica feita com o orçamento de um pastel e um caldo de cana. As vozes concordaram.

Wade se senta em uma das bordas do prédio, não muito disposto a entrar em qualquer batalha no momento. Tudo o que ele sabe é que os Vingadores entraram em férias indeterminadas e só estão lá aqueles que fazem os trabalhos administrativos. Claro, para destruir Nova York eles são bons. Ele entende que esse trabalho cansa e causa o maior horror para os heróis com mentes mais frágeis e empáticas, então Deadpool relevou.

No entanto, o dono do show estava entrando em cena. O barulho era tão característico que dificilmente seria confundido com qualquer outro super humano. Os olhos do mercenário tentaram, instintivamente, ampliar a visão para enxergar melhor e logo suas expectativas se quebraram.

— Aranha errado, esse é o Super Choque — Ele comenta, frustrado, observando o aprendiz  balançar apressadamente para o cerne do problema. É como uma típica missão de um jogo de ação narrativo que dá arrepios e ansiedade pelo clímax.

Mas espera um pouco… Onde está o outro? Normalmente eles vão juntos para todos os lados, certo? A bateria ambulante sempre fica no Harlem, enquanto o veterano patrulha pelas proximidades de Chinatown. Quando uma merda acontece, o trabalho em equipe de ambos é essencial. Amarelo chutou que o aranha mais velho já estava lá enquanto o novato estava dormindo, o Branco fez questão de frisar que o herói mais novo era muito gostoso.

Deadpool balançou a cabeça, tentando cessar a conversa, o que nunca deu resultado, entretanto lhe deu forças para se levantar e seguir o Super Choque. Com certeza ele sabe onde seu mentor está. Bom, procurar o outro Aranha é prioridade máxima, ele não liga para quem está sendo comido vivo pela graxa.

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