''- Sofia, onde você está?
Risos saia de todos os lugares, alguém estava me perseguindo, mas não de um jeito ruim, estávamos nor divertindo. Sofia e eu estávamos brincando de pique esconde, mas de repente vi um vulto com um brilho prateado andando no corredor bem mais à frente.
- Sofia, diga algo!
- Ahhh!
- Sofia!
Saí correndo da onde havia escutado o grito da garota, virei um vez, virei duas, parecia que eu andava em círculos. Tentei várias vezes a ir pela direita, então decidi vira a esquerda, tentando tirar a sorte, corri para o corredor, mas o vulto estava lá, me observando.
Girei para trás e sai correndo, tentando achar algo, alguma coisa... Uma porta apareceu do nada e então eu girei a maçaneta e percebi que o vulto estava a penas dez metros de mim, correndo para me alcançar, tentei novamente a maçaneta e com um chute consegui abrir a porta. Entrei e fechei-a bruscamente, me escorando, enquanto o vulto socava a porta, depois de alguns minutos, o batimento parou e então comecei a respirar normalmente.
Eu estava toda suada e com calor, usava um vestido branco leve, me sentia nas nuvens com ele, olhei para o redor e senti um desepero dentro de mim.
O quarto era totalmente negro, as únicas pessoas que estavam lá era eu, Sofia e um cara estranho.
Sofia estava de costas para mim, me levantei e fui em direção a ela, mas o cara que estava lá sorriu e então virou de lado mostrando o rosto pálido e gélido da garotinha. Suas unhas estavam cravados no pescoço dela, segurando sua traquéia, depois ele olhou para mim e sorriu.
Os olhos dela já não havia mais cor, seu corpo estava mole, o homem que estava lá também estava segurando uma besta de prata, foi logo então que percebi de que se tratava de um Caçador.
A cada passo que eu dava para trás, dois passos ele dava para frente.
Tentei abrir a porta novamente atrás de mim, mas não consegui faze-lo. O caçador então se aproximou mais e conseguiu pegar no meu pescoço e me levantou do chão, me sufocando, eu tentava respirar, mas o borrão branco, loiro e esverdeado piorava, até que eu perdi a consciência.''
.....................
Acordei assustada com aquele pesadelo. Alexander estava ao meu lado me observando com perguntas estampado em seus olhos dourados.
- Quer me contar?
Ele se sentou e então me abraçou, depois segurou meu queixo e me beijou suavemente.
Eu estava assustada e com medo, e ele percebeu isto, então apenas me deitou e me puxou para o lado dele, passando sua mão no meu braço esquerdo, me acalmando e acariciando.
Tentava agora fechar o olho, apenas prestando a atenção na respiração dele.
Não havia percebido que ainda era noite, a lua bela e grande ainda estava no topo do céu, irradiando mas tão solitária.
' Sophy! '
Abri os olhos e vi uma criatura pequena aos pés da cama. Seus cabelos brancos arrumado e seus olhos cinzas mostrando forma de procupação, igual a quando Alexander fica preocupado comigo.
Sofia estava de joelhos segurando minha mão enquanto não tentava chorar.
' Não diga nada em vós alta, apenas em pensamento. Graças ao bom Senhor e a lua que você esta bem.'
' Como assim, Sofia?'
Ela suspirou, e então sorriu desajeitadamente.
' Este sonho, se é que pode se chamar de sonho, foi colocado na sua cabeça por um caçador, por isso você ainda esta em choque e o por que do rosto dele não aparecer.'
' Esta explicado, eu fiquei com medo de que fosse verdade. Você esta bem?'
' Sim, isto também me atingiu de certa forma, já que eu sou você no passado. '
' Por que ele esta fazendo isto? '
' Por que você é a única que pode acabar com a seita deles. A lenda é falsa Sophy. '
' Como assim? '
' A Selíni nunca amou nenhum homem, mas sempre admirou a única pessoa que ficou com você sempre, que foi a Amelia.'
' Sofia eu já estou ficando louca desta história, me conta tudo logo.'
Ela fez biquinho e deu de ombros.
' Okay, okay, queria ver as coisas mais interessantes, mas já vi que não vai dar.'
' Sofia!'
Ela deu risinhos e então ficou séria olhando para a lua.
' Você sempre foi durona e muito inteligente. Na linhagem da Selíni a mãe era a filha e a própria filha era a própria mãe, mas ninguem sabe de quem ela engravidou, apenas as mulheres de sua linhagem. Nunca nasceu homem por quê foi um que a matou e ao homem que ela realmente amou.'
' Como assim? '
' É uma hisótia longa, mas já que quer saber. Quando Selíni nasceu, ela já havia nascido estranha na aldeia, a única com cabelos longos brancos e olhos acinzentados, que nem um lobo da neve. Todos ficavam com medo dela, menos a Amelia que sempre a ajudou e adefendeu. Ao crescer mais, sua beleza e formosura foi conquistando homens, mas ela não se interessava por nenhum então quase todos desistiram dela, apenas um ficou lá, sempre a seguindo por onde ia. Amelia já havia conversado e brigado com ele, mas o homem era obcecado por ela. Um dia, Selíni foi caminhar sozinha á fundo na floresta densa que havia por ali, e então o homem a seguiu, com a intenção de obrigá-la a ficar com ela.'
' E ai?'
Ela olhou para mim com os olhos grandes e deu de ombros novamente.
' O homem foi sem saber para onde ia, e ela sabia aonde ela iria. Selíni foi a uma alcatéia de lobos e ficou lá brincando com eles, até que ele viu que ela estava conversando algo com eles, e então se aproximou mais. Ele ouviu as seguintes frases:
- Você cresceu Selíni.
- Obrigada meu pai, você já esta na idade para ficar cuidando da alcatéia sozinho, não queres mesmo que eu venhar morar com vocês? Amelia com certeza iria querer ficar aqui com vocês, ela ama todos daqui.
- Não minha querida, você deverá viver sua vida no mundo deles, aonde você sempre fez parte.
- Com todo respeito meu pai, eu nunca fiz parte de lá, todos apenas querem me conhcer por causa de minha formosura em palavras deles. Todos os homens da aldeia são interesseiros.
- Não minha filha, em questão aos homens, há um deles que não é interesseiro, ele sempre lhe observa de longe, preocupado com sua vida, encantado por sua beleza, sim, mas também apaixonado pelo seu jeito de ser.
- Eu nunca reparei nisto meu pai, não consigo os distinguir, todos os meus sentidos são fracos.
- E é por isso que eu rei lhe dar os dons de um alfa. Um presente para você de seu aniversário de 16 anos, antes de minha morte quero vê-la vendo o mundo.
- Aceitarei vosso pedido.
O lobo então mordeu o braço da garota, mas ela não sorria nem nada, pois sabia que dando aquilo, logo o pai morreria. O homem que a estava perseguindo estava assustado e se sentindo vitorioso, pois mesmo sabendo que o que acabara de ver de um lobo era mentira, ele tinha certeza que a garota iria a sua procura, já que ele sempre a observava.'
Sofia parou e respirou. Ela estava tão exausta como eu estava, sentia que Alexander havia dormido novamente, o som calmo da respiração e deixava tranquila, então apenas esperou que Sofia parasse e lhe dissesse adeus, mas não foi o ocorrido.
' O homem voltou rapidamente para casa sem esperar pela bela Selíni que logo havia vindo atrás, e deparou com um cara o encarando, seus olhos eram dourados e seus cabelos negros, o homem desconhecia aquele rapaz estranho que o estava fitando, então apenas continuou em frente.
Amelia foi a floresta a procura de Selíni, e logo quando a encontrou percebeu que a garota chorava ao leito de seu pai, alfa da alcatéia, ela ajoelhou e começou a chorar também por que sempre gostou do velho lobo também, todos os outros lobos fizeram a reverência para Selíni e uivaram ao som para a Lua brilhante e solitária que havia em pleno céu negro. Dias depois o homem que a perseguia, incontrolável de cansaço por esperar a donzela ir em sua casa, foi então ao encontro dela e a viu sozinha triste ao lado de um laguinho que havia por ali. Ele começou a perguntá-la o por que de não ter ido a sua casa naquela noite, aliás o pai lobo dela havia dito palavras e palavras sobre a ocasião que não era sobre ele. Amelia avistou de longe e correu para socorrer a amiga e alfa do bando, mas o homem já iria agredi-la na cara antes dela chegar lá. De repente um cara alto e não tão másculo apareceu na frente de Selíni, levando o tapa na cara por ela. Amelia espantada continuou a correr mais rápido do que antes. E percebeu que quem havia protegido ela, foi o filho do mercador que havia aparecido por lá por voltade um ano, ele não era conhecido popurlamente, mas para quem o conhecia sabia que ele e o irmão mais novo eram odiados pelo pai, por causa do nascimento deles que matou a mãe, ele os odiava também pela causa que o garoto mais velho havia puxado a cor negra de cabelos da mãe e os olhos dourados também.
Ele olhou para o homem e apenas sorriu desdenhosamente e cuspiou no chão.
- Você, por que se atreveu a entrar na frente da punição de minha amada?
- Você disse amada? O que lhe faz pensar que ela lhe quer homem.
- Você não tem direito de dizer uma palavra, você que apenas a olha, mas não diz nada. Nunca se atreveu a chegar perto dela. Você não tem coragem, é um covarde.
Ele riu e acabou apanhando naovamente do homem, mas detsa vez socou a cara dele também. Amelia já havia chegado perto de Selíni e a tirado de lá, ela então pode ver o rosto machucado do homem que a salvara.
- Covarde és tú que tenta bater em uma mulher, isto não é o amor que vóz disse antes. Você não a merece, uma mulher delicada e bondosa que nem ela com um homem arrogante e mal falado que nem você.
O velho que a perseguia riu da cara do garoto. E então quase todos da vila estavam ali, parados, sem memória alguma, estavam apenas ali para verem a noticia do dia deles.
- Eu que sou mal falado, não serás tú que é?! O filho odiado pelo próprio pai, por acabar causando a morte da mãe e lembrá-la todos os dias ao pai pela aparência que tú tens dela.
- Você não tem direito de falar de minha mãe velho bastardo!
O homem já ia bater no garoto novamente, mas quem o impediu foi a Selíni que segurou se braço, apertando tão forte que o velho gitava de dor, ela aabou causando a quebra do braço dele.
Selíni estava tão séria que suas unhas e olhos mudaram de forma. Sua unhas cresceram como se fossem de um lobo e seus olhos também ficaram iguais a de um lobo, na verdade igual a de seu facelido e respeitado pai.
- Então era você que me perseguia, você que causava desastres, e era você que estava na floresta naquele dia.
Ela havia olhado para ele com tanto odio que o homem ficou com medo e tentou desesperadamente se soltar de sua mão esmagadora.
Amelia havia ido em direção a ela e segurado seus ombros, Selíni a olhava, sua expressão preocupada estava em seu rosto novamente e Selíni percebeu de seu erro e o soltou, o homem corria chorando pela aldeia enquanto todos olhavam os três, perto do lago. Selíni, Amelia e o verdadeiro homem quem a salvara e a amara até hoje.'
' Quer dizer que o Alexander é o ... '
' O garoto que te defendeu? Sim, sem dúvidas. A Samy é a Amelia, mas ela nunca morreu e nem envelheceu, então é um fardo para ela viver neste mundo, mas agora que você esta aqui ela esta feliz. A história ainda não acabou, mas até eu cansei de falar sobre a minha história e a de minha mãe.'
'- Sua e a de sua mãe?!'
' - Sim, eu havia dito, a mãe é a filha e a filha é a mãe. Simplificando, eu sou sua mãe e você é minha filha, e você é minha mãe e eu sua filha, a linhagem é única, só nascem mulheres, e sempre foi assim. As nossas filhas são nossas mães reencarnadas entendeu?'
' - Eu acho que sim.'
Ela sorriu e então colocou a mão em minha cabeça fazendo carinho.
' - Agora você conseguirá dormir, sempre proteja aqueles que ama Selíni.'
Depois de ouvir aquelas palavras apaguei novamente, dormi sendo abraçada mais forte pelo Alexander, aquele que supostamente me ''salvou'' no passado.
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The Wolf (REVISÃO)
Werewolf"Mesmo tendo um irmão mais velho, tenho que ser a alfa! Por quê? Mesmo com 16 anos já tenho um peso no futuro... Só queria ser pelo menos 3% normal." Achando que era apenas isso para sua vida, Sophy não espera o que acontecerá, quem ganhará ou de q...
