25° Capítulo

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- Então, podemos ir, pombinhos?

Allie desceu toda sorridente trazendo com si Sofia, como eu e o Alexander sabíamos que ela já estava descendo arrumamos a sala e sentamos no sofá, mas ele nunca me deixava quieta.

- Vamos logo então!

Me levantei apressada e ele me puxou pela mão me fazendo cair m cima dele, quando consegui me levantar de novo, Allie estava apertando o nariz.

- O que houve?

Ela começou a gaguejar e se virou para a porta.

- N-nada, não é nada, vamos logo lobinhos.

- Oi?!

- Nada. - e começou a cantarolar entrando dentro do carro.

Sofia foi no banco de trás com Allie, e eu comecei a dirigir com Alexander do meu lado.

Dez minutos depois chegamos em casa, já havia escurecido e as luzes estavam acesas.

Estacionei o carro na garagem e subimos escada a cima, entrei a dentro na casa procurando Anna que estava dormindo no sofá, com Jonathan do lado lendo um livro antigo.

- Até que enfim chegou, achei que deveria ter ido atrás de vocês!

Ele se levantou e deixou amostra seus braços nus e o cabelo bagunçado.

Allie colocou de novo a mão no nariz o apertando e eu cutuquei ela, e tal apenas mostrou a pontinha do dedo e eu pude perceber que ela estava tendo um sangramento nasal.

Comecei a sorri em direção a ele e depois olhei para ela.

- O-oi A-allie. C-como vai?

Ele começou a corar e o mesmo aconteceu com ela, que ainda estava segurando o nariz. Ele começou a arrumar o cabelo, e tirou o óculos de que estava usando para ler.

- Oi Jo-nathan. Es-stou bem e você?

- Bem... também.

Ele terminou a frase com um sorriso meio tímido, mas ao mesmo tempo encantador. Ela sempre teve uma queda por ele, e parecia que ele estava começando a ter uma por ela.

- Beeeeemmmm, vamos as perguntas. Onde está mamãe?

- Saiu.

- Papai?

- Saiu com a mãe.

- Quanto tempo fora?

- Alguns dias.

- Por que?

- Falaram que teriam que ter algumas noites a sós.

- Credo!

- Eu sei!

Alexander, Allie e Sofia estavam encarando Jonathan e a mim, deveria ser por causa das minhas perguntas e as respostas dele. Coloquei a mão no queixo e pareceu que havia uma lâmpada em cima de minha cabeça.

- Alexy?

- Esta por ai lendo.

- Em que lugar da casa?

- Não sei, por ele acho que até no telhado dava para ler.

Alexander interveio entre nós levantando o dedo indicador para o teto.

- Então é lá que ele esta.

Ele segurou meu queixo e me deu um selinho saindo correndo para fora, e eu fique parada na sala como um manequim.

The Wolf (REVISÃO)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora