Faith Mikaelson, uma tríbida como sua prima Hope Mikaelson, era uma brecha da natureza. Ambas desejavam levar uma vida tranquila, distante dos inimigos, e assim chegaram à pacata cidade de Forks.
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Uma semana havia se passado. Faith se pegava sorrindo para cada mensagem que recebia; ridículo como uma simples mensagem podia alegrá-la tanto, pensava. Ela e Emmett tinham conversado a semana inteira, apesar de ele estar no Alasca com parentes.
Durante essa semana, Isabella Swan perguntara pelo menos cinco vezes a Faith se ela havia conversado com algum Cullen. Emmett contara que Bella havia mandado inúmeras mensagens para todos os eles, mas nenhum havia respondido. Faith, então, sempre dizia que não quando Bella perguntava.
Apesar da monotonia, as primas conversaram com os pais, que estavam ansiosos para tê-las de volta em casa. Mas ambas queriam permanecer em Forks por um bom tempo. Sebastian continuava a inundar Faith de mensagens, obcecado pela tribrida.
Era noite, e Hope havia saído com um rapaz que conhecera recentemente. Faith estava sozinha em casa, conversando com Emmett pelo telefone, quando a campainha tocou. Levantou-se do sofá e foi até a porta, encontrando Sebastian.
– Vim conversar – disse ele calmamente. Faith, ingenuamente, o deixou entrar. Mal sabia ela que cometeria um grande erro ao se ver pressionada contra a parede por ele.
– O que pensa que está fazendo! – ele exclamou, irritado.
– Você está louco – disse Faith, quebrando o braço do vampiro. – Não sou a Lizzie para você agir desse jeito – completou, jogando-o no chão.
– Lizzie não chega aos seus pés – murmurou ele, recolocando o braço no lugar. – É tão difícil entender que eu te amo?
– Eu não me importo com o que você sente – respondeu Faith friamente.
– Mas eu sim – disse Sebastian, pegando um pedaço de madeira e cravando-o no peito de Faith. – Você deve me amar e não se jogar para outro cara.
Faith ardia de ódio, prestes a revidar, quando sentiu uma força maior afastando Sebastian. Era Hope, que arrancou o coração do vampiro sem hesitar.
Faith caiu no chão, ofegante e surpresa pela intervenção de Hope.
– Achei que você tinha saído – disse Faith, tentando recuperar o fôlego.
– E saí – respondeu Hope, limpando as mãos ensanguentadas. – Mas não podia deixar você sozinha com ele. Sabia que ele estava ficando cada vez mais obcecado.
– Obrigada – sussurrou Faith, ainda abalada.
Hope olhou para o corpo inerte de Sebastian e depois para Faith.
– Precisamos nos livrar disso antes que alguém perceba – disse Hope, já planejando os próximos passos.
Faith assentiu, ainda processando tudo o que acontecera. A morte dele teria sido necessária, ele iria acabar com a paz de Faith e iria acabar matando inocentes por "amor".