Quando Bella engravidou de em vez de ser somente uma menina, ela teve duas meninas gêmeas. Os Cullen não pareciam muito felizes com uma das gêmeas, como se ela fosse a rejeitada por eles.
Então quando ela completou seus doze anos de idade ela fug...
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Quando chego na casa tudo está escuro, e a porta aberta era como se alguém estivesse no mesmo local que eu mesma. Ando cautelosamente vendo uma carta fechada com o meu nome:
"Você teve muitos motivos para me abandonar Nik, e agora com toda dor que você me causou estou causando naquela que você mais ama, aquela que você olhou nos olhos e disse que a ama. Nada vai estar barato pois os Irmãos de Martel estão de volta ao som de Jazz e nosso primeiro presente é o jantar é melhor correr antes que sua amada morra na poça de sangue".
Aurora
Largo aquela carta e fico espantada, quando penso em virar para ir embora sinto algo ser injetado em meu braço e quando olho vejo um homem de terno cinza com um sorriso para mim...
*
ENQUANTO ISSO
-Klaus!
-Hayley, o que faz aqui era para estar com Lissa.
-Klaus, eu comete um grande erro... eu falei que ela poderia ir pro apartamento de vocês e que eu tomaria conta das crianças mas ela tinha esquecido o celular no carro, e quando voltei encontrei isso...
Hayley estendeu uma carta onde Klaus leu ela seriamente e seus olhos se arregalam ao terminar, ele olha para Hayley sentindo sua garganta secar.
-Não pode ser possível, eu matei eles!
-Mas não matou ela e se ela conseguiu trazer ele junto com ela. Disse e Klaus andou apressadamente pelo quartel abandonando aquela festa e temendo pela vida de Lissa, não poderia imaginar em perde-la.
-Klaus, onde vai?
-Eu vou buscar a Lissa. Disse friamente e Hayley impediu segurando seu braço, ele a olha como se não entendesse seu impedimento.
-Hayley!
-É uma armadilha se for um plano, vamos juntos. Disse e Klaus relutantemente assentiu com a cabeça mesmo não concordando com isso, logo Elijah apareceu e Kol.
-É verdade os Martel voltaram?
-Só tem um jeito de descobrir. Disse Klaus entrando no carro...
Abro meus olhos e estou presa numa cama presa em correntes, uma música irritante toca deixando me louca e sem tímpanos.
-Era assim que eu ficava quando chamava por ele, os médicos diziam que eram alucinações coisas da minha cabeça... as amordaças, choques a dor. Disse uma mulher ruiva a minha frente.
-Quem é você?
-Meu nome é Aurora de Martel. Disse e franze o cenho ainda confusa.
-Continuo não sabendo quem é você!
-Fico decepcionada por Nik não ter falado de mim, eu sou o primeiro amor dele. Disse e engole em seco com essa resposta.
-Claro, assim como as outras bilhões de mulheres que ele se relacionou!
-Não, eu fui o amor mais impactante de Niklaus. Aquele amor que ele nunca amou tanto por anos... eu fui capaz disso.
Meus olhos analisavam ela com um olhar de deboche por muito tempo, me manter presa nas correntes me impede de usar meus poderes mas a força de vampira está instável.
-Qual o seu plano? Me manter presa como refém para ter o seu reencontro romântico com o Klaus?
O brilho que ela tem nos olhos somem rapidamente com minhas palavras ásperas e frias contra ela, que tinha uma pontada de medo de mim, era nítido em seus olhos.
-Claro, faça isso... tenha um jantar de boas vindas com ele, flerte e se jogue para cima dele. Mais aí é que você se engana, o único motivo para vir é somente eu porque se você não tivesse me sequestrado nem vir ele viria.. diga me princesa de Martel, qual é a sensação de ser enganada, traída, abandonada e perder tudo por alguém que pisaria em cima do seu coração. Digo com frieza e ela me olhou com um olhar destruído e eu vê muita dor, seu coração estava quebrado.
-Como ousa sua....
Quando ela veio me atacar quebro as correntes dos meus braços e fico em cima dela naquela cama, amarro as correntes contra sua garganta e seguro firme no braço seu pescoço. A palpitação era acelerada e ela estava presa a mim, pois minhas pernas prenderam seus braços.
-Sabe de uma coisa? Eu estou faminta!
Sem avisos ataco seu pescoço bebendo seu sangue amargo e ela parecia perder o ar e suas forças a cada momento. Quebro seu pescoço a deixando cair na cama com uma poça de sangue, respiro fundo e saio pela porta do quarto.
Inúmeros guardas veêm em minha direção mas com um movimento com minha mão eles caem no chão desacordados, consigo ouvir música se aproximando enquanto ando pelos corredores e ao chegar na grade que tem visão do grande salão do andar debaixo posso ver um jantar simples acontecendo. Desço as escadas enquanto os guardas tentavam me alcançar mas eu só conseguia sentir ódio e raiva, enquanto tentavam me deter eu arrancava seus corações do peito.
Chegando na sala vejo um guarda parado ao lado da lareira enquanto eles jantam, Klaus, meu pai, minha mãe, Tia Freya, e Hayley. Um homem de terno cinza falava com eles algum assunto que eu não entendia bem.
Com minha velocidade de vampira mordo o guarda perto da lareira quebrando seu pescoço e me escondo novamente atrás da parede, onde todos eles ficam atentos com meu movimento. O homem de terno se levanta e anda pela sala com um sorriso doentio..
-Vejo que o sono lhe deu um pouco de fome, Lissa. Disse e sentia mais raiva, seria questão de tempo para mata-lo.
-Estamos aqui juntos, querendo ou não também fiz parte dessa família um dia. Vamos lá querida, pra que a vergonha... não está com medo da mamãe e o papai ver as barbaridades que aprendeu com seu tio barra namorado. Disse entre risos, com minha velocidade o prende contra a lareira e ele me olhou surpreso.
-Caramba, você realmente tem a força da linhagem dos Volturi em suas veias não é mesmo. Disse tocando em minha mão contra o seu pescoço, dou um sorriso mortal e soltei ele e o derrubei no chão.
-Cadê ele!
-Muito bem escondido, quer salva-lo vá em frente me mate!
Quando avanço para ataca-lo sou parada pelo meu pai que me segura impedindo.
-Chega, filha!
-Ele pegou ele! Não é justo. Grito e ele sorriu enquanto cuspia o sangue..
-Ele quem?
A voz de Hayley ecoou em minha cabeça e deixo lágrimas caírem, seria injusto ele morrer por minha causa.