25 - Your Love

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Esta virando rotina não corrigir os capítulos, então continuo pedindo que relevem os erros grotescos que encontrarem.

Boa leitura! E não esqueçam da estrelinha :3

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Os raios solares tocavam meu rosto esquentando um pouco a pele exposta ao sol. Aquele dia estava tão agradável, nem parecia que ontem tinha chovido o dia inteiro, o céu agora estava limpo, incrivelmente azul, igual naqueles filmes onde o protagonista corre por uma longa estrada. A única coisa que eu não tinha eram os sons dos passarinhos cantando, ao invés disso eu tinha o som dos carros ou de algum pedestre do outro lado da cerca.

— Você está ouvindo? — A voz de Nam me tirou dos devaneios.

— Desculpe, o que dizia?

Escutei sua risada baixa.

— Nada, só percebi que estava aérea e resolvi brincar.

Sua resposta me fez rolar os olhos. Meus olhos varreram todo o espaço do quintal, o deck tomava um grande espaço do lugar, algumas cadeiras estavam ali dispostas combinando com os tons terrosos das flores nos vasos de cerâmica. Nam tinha me puxado para deitamos no chaise onde poderíamos esticar as pernas.

A casa dela era realmente bonita e moderna, seus pais tinham uma aura sofisticada que notei assim que fomos apresentados, os eletrodomésticos eram elegantes e minimalistas que combinavam com o design da casa, a cor das paredes variam de bege a branco, e apenas uma parede na sala tinha um tom de verde-musgo muito bonito que contrastava perfeitamente com o restante.

— Sua casa é tão bonita — Elogiei.

Nam penteou meu cabelo para o outro lado, estava com a cabeça apoiada em seu colo a pedido dela.

— Obrigada — Agradeceu — Mas acho a sua muito mais aconchegante.

Franzi um pouco a testa.

— Como assim?

Olhei para seu rosto e vi o momento que ela deu de ombros.

— Parece um lar.

Emiti um som para ela entender que ouvi, não sabia bem como responder aquela afirmação e Nam não parecia esperar uma resposta. Ficamos mais algum tempo em silêncio até que a porta da cozinha foi aberta, uma mulher estonteante apareceu em uma saia cinza de cintura alta, com uma blusa social preta com as mangas enroladas até os cotovelos. Nam era uma cópia fiel da mãe.

— Gostariam de um lanche, meninas?

— Sim, mãe.

— Vou preparar um chá para acompanhar, você tem alergia a algo, querida?

Percebi que estava se referindo a mim.

— Só a atum, senhora.

Ela concordou com a cabeça.

— Certo, estarei de volta em breve.

Escutamos o som da porta fechando e voltamos a ficar sozinhas. Posteriormente tirei a atenção das flores de cerejeiras lembrando de perguntar algo que tinha esquecido antes.

— Como estão seus pais? — Usei um tom suave tentando não soar invasiva.

— Estão bem — Respondeu, parecendo não pensar muito — Pelo menos o bem deles.

Refleti um pouco sobre.

— Isso quer dizer que é bom? — Arrisquei.

Nam deu uma risadinha anasalada.

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