Onde Harry Potter está tão na merda que o melhor a se fazer é voltar ao passado e mudar tudo.
A escrita dos primeiros capítulos é ruim, mas depois melhora
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(1991, julho, 31)
(Reino Globin, sala do trono)
Harry seguiu as pequenas criaturas para a grande e deslumbrante sala do trono. Gringotes parecia a casa dos Weasley em comparação ao castelo do rei goblin. Os corredores e os salões pareciam ter sido escavados na pedra do interior da montanha, sendo bem rústicos, mas pintados com algo que deixava as paredes brilhantes.
— Pó de fada.— um dos guardas havia lhe dito ao vê-lo olhando.
Harry queria paredes daquele jeito também.
A sala do trono era um dos locais mais deslumbrantes que Harry já havia visto. Era grande ao ponto dele não conseguir enxergar o teto e em cada uma das quatro paredes havia alguma coisa diferente. Na que ficava a porta havia diversas pedras preciosas ficadas na pedra criando um belo degrade de cores. Uma outra parede havia sido pintada com um grande mapa mundi e possuía pequenos pontes amarelos em diversos países e até mesmo no meio dos oceanos. Paralelas a ela havia uma parede pintada com uma enorme árvore genealógica, ali teria pelo menos trinta gerações de uma mesma família que, após uma observação mais atenta, Harry após ser a família real. A parede do fundo era recoberta por uma grande tapeçaria, mas estava tão longe que o menino não conseguia ver nem se apertasse os olhos.
No meio da sala havia três tronos arrumados por ordem de tamanho. Da esquerda para direita tinha um trono pequeno decorado com pedras rosas, um trono mediano feito de ouro e com uma única pedra do tamanho de um punho cravado no meio e um trono grande e prateado com flores desenhadas por toda a sua extensão.
— Espere aqui, o rei já irá atende-lo.— o guarda lhe informou antes de se virar e ir embora deixando-o sozinho naquela sala enorme.
Harry não precisou esperar muito. Menos de um minuto depois entrou um goblin usando uma coroa e acompanhado por outros guardas, dessa vez maiores e mais amendoados do que os que havia escoltado Harry até ali.
— Seja bem vindo ao meu reino, senhor Potter, me chamo Anog, o sábio, e sou o atual rei.
— É um prazer conhecê-lo.— Harry se curvou educadamente sem ter muita certeza do que fazer.
O rei, ao invés de se sentar no trono maior como o garoto esperava, se sentou no trono do meio e seus guardas se dispersaram pela sala, mas sempre mantendo um olhar atento aos arredores e principalmente a majestade.
— Ragnok me contou sobre o senhor e admito que eu não lhe esperava tão cedo.
— Ei não esperava vir tão cedo, mas imagino que isso seja obra de uma certa...entidade.
— O senhor Morte costuma ser um tanto ansioso.— o rei disse rindo como se a Morte fosse uma velha e boa amiga.
— Percebi.— o garoto teve sua atenção atraída pelos goblins que entravam na sala carregando xícaras e bules de chá, pratos recheados de pequenos doces e salgadinhos, uma mesa e um par de cadeiras.