Onde Harry Potter está tão na merda que o melhor a se fazer é voltar ao passado e mudar tudo.
A escrita dos primeiros capítulos é ruim, mas depois melhora
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(1991, setembro, 10)
(Sala de DCAT, Hogwarts)
— E-entre.
Harry empurrou a porta e entrou na sala de Defesa Contra a Arte da Trevas.
— S-senhor P-Potter.— pelo seu tom de voz, o professor Quirrell parecia significativamente surpreso com sua visita.— C-como o s-senhor c-c-conseguiu chegar a-até aqui so-so-sozinho?
Para Harry, a aura de Quirrell era uma das mais nojentas. Talvez fosse pela presença do Lorde das Trevas, mas ela era tão nojenta que uma boa parte era coberta por pequenos pontos brancos que se mexiam para todos os lados. No início das aulas, a aura de Quirrel lhe cobria quase que por inteiro com apenas algumas manchas escuras em alguns pontos, agora, uma semana e alguns dias depois, ela havia diminuído significativamente de tamanho e já estava quase toda coberta por vermes de aura.
— Draco me trouxe.— era mentira, Salem que o havia guiado até ali e agora esperava escondido atrás de uma estátua para caso a situação saísse do controle.
— A-ah, o s-senhor Ma-Malfoy p-parece ter se tor-tor-tornado um bom amigo.
— Sim, mas não vem ao caso.— Harry não se aproximou muito do professor, detestando aquele cheiro de alho e podridão que o homem emanava.— Eu quero falar com ele.
— O q-que?
— O senhor me ouviu. Desejo falar com ele, o Lorde da Trevas.— ele pediu novamente.
Antes daquela abordagem um tanto quanto...brusca, Harry havia ido naquela sala durante a noite e lançado alguns feitiços de silenciamento e anti-espionagem por ali. Ele estava fraco e com toda certeza os feitiços não tinham a mesma potência de antes, mas já era melhor do que nada.
— Do q-que es-esta fa-fala-falando, senhor Potter?
— Por favor, não me trate como um idiota. Eu quero falar comVoldemort. O senhor sabe, esse espírito que está no seu corpo lhe matando lentamente. Vou precisar de desenhar? Admito que perdi um pouco das minhas habilidades depois que fiquei cego, mas acho que consigo desenhar um careca sem nariz.
— Como ousa?— Quirrel agora estava com raiva.— Ofender o...quero dizer...
— Olha só, a gagueira até sumiu.— Harry brincou achando aquela situação completamente divertida.— Agora, eu posso falar com ele ou o senhor vai continuar me enrolando? Não tenho o dia todo.
— E-eu...
— Eu quero falar com o garoto.— uma outra voz soou pela sala.
— Olá, Voldemort. Como vai?
— O que você quer, seu pirralho nojento?
— Eu poderia te contar toda uma história muito legal e bla-bla-bla, mas não acho que isso seja algo que os ouvidos sensíveis de Quirrell deveriam ouvir.