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Os olhos de Bianca estavam bastante atentos em mim, e eu quero que eles me olhem bem, quero que ela sinta muito ódio de mim, porque eu ainda não esqueci o que ela me disse enquanto eu estava num dos piores momentos – ou até mesmo o pior – da minha vida. É essa bunda nada uau, e essa feinha aqui, que está despertando bastante tesão no cara que ela está praticamente se rastejando e implorando para ficar com ela – sério, Victor estava bastante excitado, se ele se levantasse qualquer a
quilômetros de distância veria a ereção dele.

Coloquei a mão bem na coxa grossa dele, bem perto do pênis dele, Victor teve um sobressalto e eu ri, comecei a acariciar a coxa dele – eu não faço ideia de onde veio tanta confiança e audácia, acho que o desejo deixa você meio fora de si, e eu estou desejando cada minúscula parte do corpo de Victor. A maior parte da minha excitação, vinha do jeito como Victor me olha, era como se eu fosse a única e a garota mais gostosa de todas. O beijo dele é tão quente, o toque dele é tão excitante  e necessitado. Sorri ao ver que a respiração de Victor estava pesada e a boca  entreaberta, caralho, é muito bom saber que Victor está totalmente fora da casinha
por minha culpa.

— Acho melhor você parar – ele sussurrou, tão perto do meu ouvido, cada pelinho meu ficou em pé, a voz dele é tão sexy e grossa.

— Porque? – perguntei, continuando acariciando a perna dele. Victor olhou no fundo dos meus olhos, ele estava tão excitado.

— Bárbara... – ele disse, num tom de alerta. E eu continuei me fazendo de sonsa, então eu cheguei tão perto, que acabei tocando a glande do pênis dele, por cima da calça.

Victor segurou um gemido.

— O que aconteceu? – perguntei, me fazendo de desentendida. Eu estava tão safada, culpa de Victor, e olha que eu ainda não bebi nada. Então um sorriso safado e malicioso brotou no rosto de Victor, ok, agora eu estava mais excitada ainda. Que ódio. Que homem bonito e gostoso da porra.

— Não sei – ele disse. — Pensando em retribuir seu favorzinho – ele riu, rouco e profundo. Que risada gostosa, céus. Então ele começou a tocar minhas coxas, fazendo círculos nela. Agora eu que estava totalmente a mercê dele. — Seu carinho é muito bom – ele sorriu de lado, então as mãos dele começaram a deslizar para o meio das minhas coxas, e eu gelei. — Você ficou tão tensa – ele mordiscou o lóbulo da minha orelha. Eu nunca na minha vida imaginei que eu transaria ou seria dedada num bar, tão público, sempre imaginei Lavínia fazendo isso, não eu.

A mão dele estava deslizando mais fundo ainda, e eu não estava nem aí, eu queria que fosse mais fundo. Quando eu senti os dedos dele tocando minha calcinha, prendi um gemido. — Você tá tão molhada, porra – ele sussurrou, rouco. E quando os dedos dele começaram a tatear minha intimidade por cima da calcinha, eu não me segurei, gemi, o que não foi uma boa ideia, já que todos da mesa olharam para mim. Victor
riu.

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