Ele é capitão do time de hóquei da Briar, ela apenas uma estudante de psicologia. A vida de Victor Ivers, filho de John Logan, um dos maiores astros do Bruins, muda completamente quando ele conhece a excêntrica, divertida e ansiosa Bárbara. Para um...
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Semana passada tinha sido mais agitada do que eu havia pensado que seria, eu já imaginava que eu teria um estresse enorme devido ao jogo e olheiro do Bruins, mas eu nunca imaginei que terminar um relacionamento amoroso com Bárbara, que nunca começou – ainda –, me traria mais estresse, ansiedade e vários outros sentimentos que eu esqueci que minha psicóloga tinha dito – sim, tenho ido para a psicóloga, acompanhado sempre ou de Ian, ou de Jonah, ou de Nicholas, ou de Bárbara, eles estavam fazendo questão de me acompanhar em tudo, eu fazia até um pouco de drama, mas eu amo que eles tenham tirado um tempo para mim, acho que eu sou um pouco carente, apenas um pouco.
Eu me sinto mais organizado e estável emocionalmente, o que eu estava precisando urgentemente. Eu estava tão confuso quando terminei com Bárbara, e disse umas merdas para ela, que literalmente depois de dois segundos eu me arrependi e estava prestes a me ajoelhar na frente dela – e foda-se o meu orgulho e afins – e implorar para ela me perdoar, mas achei melhor respeitar o espaço e tempo dela, talvez também fosse algo que precisasse. E eu precisava de tempo, mas não de espaço, quando o assunto é Bárbara, gosto quando a quantidade de espaço é nula, ou praticamente nula – gosto muito de estar perto dela, do carinho dela, do abraço dela, do beijo dela, do corpo dela.
Pensar no corpo de Bárbara já me traz uma enorme ereção, especialmente porque eu me lembro de como ela estava extremamente gostosa e safada no dia do bar. Bárbara já me tirava do sério quando me beijava, mas naquela noite, caralho, ela me deixou maluca por ela, tive que ter muito autocontrole para não me abaixar e chupar ela todinha, quando toquei na calcinha dela, tão molhada. Tão molhada. Eu quero muito saber se o gosto da boceta dela, é tão bom quanto o da boca, talvez seja até melhor. A roupa de Bárbara naquele dia... meu pau tá começando a doer – ela estava tão gostosa. Quando pedi para Bárbara ir comigo para o banheiro, eu tinha a intenção de transar com ela lá, mas eu não quero que a nossa primeira vez juntos seja mais especial, do que o banheiro de um bar Fui um idiota com ela naquela noite, uma hora eu estava com a língua na boca dela, com as minhas mão na bunda dela, mordendo o lábio dela, com os dedos na calcinha dela – boas memórias –, morrendo de ciúmes dela – descobri que sou bem ciumento, quando o assunto é Bárbara, ou melhor, minha princesa jujuba – e na outra eu estava terminando com ela. A verdade é que eu surtei, quando comecei a perceber que meus sentimentos por Bárbara eram grandes, intensos e incontroláveis demais, e isso me assustou para um caralho. Foi muito estranho para mim, especialmente que tomei essa decisão enquanto eu mijava – nunca tomem decisões enquanto estiverem no banheiro. A única coisa que me passava pela cabeça era que esses sentimentos poderiam me atrapalhar no hóquei, mas no dia do jogo, eu percebi que o que me atrapalhava era estar longe de Bárbara, quando eu estou perto dela é indescritível o que eu sinto.
E eu sinto saudades dela, não que a gente não tenha se falado, afinal ela tem me acompanhado na psicóloga e a gente está sempre conversando, mas ela sempre se esquiva quando eu começo a flertar com ela, mas eu não vou desistir, eu não vou a lugar nenhum que não seja com Bárbara.