"Assim que meus olhos se encontraram com os seus naquela noite, eu soube que eu te amava..."
- Conteúdo sensível
- Cenas de violência
- Drogas e Bebidas
- Romances de todos os gêneros
| Plágio é crime!
|Minha história não pode ser republicada em out...
- Aquela velha maldita. -ele diz com ódio e Willou fecha os punhos com força-
- Vaza daqui seu merda! -disse com raiva-
- Do meu estabelecimento? -ele sorri-
- Ah não se preocupa, vai ficar todo para você! Vamos pessoal. -gritei a última parte-
Rory, Gabe, Maitê e Aidê saiem de trás do palco, eles estão com algumas malas. Posso ver as meninas segurando o choro por causa da minha avó e os meninos com os olhos cheios de ódio, assim que eles vêm para o meu lado eu me viro e puxo a mão do meu irmão para sairmos.
- Espero que seja feliz agora sem família. -Willou diz e todos saímos da boate-
Um silêncio reina entre nós, estamos dentro do carro em rumo a casa de Francis, ou melhor, na casa da mãe dele. Vamos dormir lá até conseguirmos tudo que precisa ser feito para a viajem ao Brasil.
- E para onde vamos agora? -Aidê pergunta quebrando o silêncio-
- Para casa de Francis. -respondo-
- Tem certeza que é uma boa ideia? -Maitê questiona-
- Bárbara concordou que podemos ficar por lá até quando precisarmos. -disse e ela parece inquieta-
- E como vamos pagar isso sem trabalhar? -ela pergunta-
- Não se preocupe Maitê, eu e Carol iremos arcar com todos os custos e iremos nos certificar de arrumar um lugar e bom emprego para todos vocês. -ele diz sério e ela parece um pouco melhor-
O resto do caminho foi silencioso apenas ouvindo os carros passando na estrada, eu não conseguia relaxar, sentia que meu corpo ia acabar desmoronando qualquer hora. Assim que o carro parou na frente da casa da Bárbara meus amigos desceram, meu irmão me olhou com preocupação.
- Você não parece nem um pouco bem. -ele diz o óbvio-
- Talvez porque nada esteja bem não é? -disse segurando meu choro-
- Eu sei, mas vamos dar um jeito. -ele diz e beija minha testa-
- Não quero que nem um deles descubra para onde estamos indo ouviu? -disse séria-
- Eu já estou preparando tudo não precisa se preocupar. -ele diz sério-
- Eu preciso falar com a Lana. -avisei e sai do carro-
Peguei meu celular e liguei para a mesma, ela demorou para atender e isso me deixou preocupada.
• Ligação On •
- Oi, desculpa a demora estava sem o celular. -ela avisa e eu respiro aliviada-
- Certo, onde você está? Está bem? -perguntei-
- Estou em casa com a Ianny, estamos preparando nossas coisas. -ela diz e eu dou um sorriso fraco, pelo menos ela não desistiu-
- Ianny irá conosco então? -perguntei-
- Sim, eu preciso que ela vá comigo. -ela diz e eu concordo-
- Tudo que você quiser princesa. Irei providenciar tudo. -respondo com um pequeno sorriso-
- Estou te esperando. Não demore por favor. -ela pede e como eu poderia dizer não para aquela garota?-
- Logo estarei aí princesa. -respondi antes de desligar-
• Ligação Off •
Suspiro e caminho até dentro da casa, assim que entro vejo os garotos cortando alguns legumes e verduras, enquanto as garotas fazem sanduíches. Bárbara está sentada na banqueta que tem perto do balcão tomando uma taça de vinho e rindo de algo.
- Estão bem? -perguntei me aproximando-
- Sim, Bárbara estava contando histórias de quando vocês eram menores. -Maitê responde enquanto comia um picles-
- É mesmo? Qual delas? -disse me sentando em uma das banquetas-
- Aquela de quando nos perdemos no bosque da casa de campo da sua família. -Francis responde rindo-
- Foi desperador. -respondi rindo-
- Foi incrível. Ganhei minha primeira cicatriz. -meu irmão diz mostrando seu ombro com um grande corte-
- Estávamos apenas começando as nossas aventuras que sempre terminavam em alguém se machucando. -disse rindo e o celular de Francis apitou-
- Carol vamos? -ele me chama e eu concordo me levantando-
- Tenham cuidado. -meu irmão diz e da um beijo na minha testa-
- Vocês também. -beijei a mão dele-
Segui Francis até seu carro, mas antes de sairmos ouvi Bárbara me chamar. Olhei para trás e ela coloca a mão nas costas.
- Quero que leve isso. -ela tira uma Glock 17 de suas costas e me entrega-
- Acha que estamos correndo risco? -perguntei-
- Não, espero que eles sumam por algum tempo, mas eu quero que use se precisar. Quero que proteja meu filho a todo custo. -ela diz e eu a olho séria-
- Eu prometo Bárbara que se eu tiver que matar alguém para proteger o Francis eu farei. -prometi-
- Mesmo que seja alguém que você teve algum sentimento? -ela questiona-
- Minha família em primeiro lugar. -respondi-
- Assim eu espero. -ela diz e dá as costas pra mim-
Guardo a Glock nas costas e vou para o carro, assim que entro Francis respira fundo mas não diz nada, ele dirige até a casa da Lana e assim que para me olha.
- O que? -perguntei-
- Você conseguiria matar Stella se não tivesse mais saída? -perguntou-
- Sem pensar duas vezes. -respondi-
- Mentirosa. Ela foi seu primeiro amor, você nunca conseguiria matar ela. -ele responde-
- Por que vocês acham que eu não conseguiria? -questiono-
- Porque você é humana, você tem um coração bom e nunca vai conseguir matar alguém que já amou! -ele diz sério e eu engulo em seco-
- Pois é bom eu aprender a fazer o que for preciso para deixar minha família bem. -disse e sai do carro antes dele falar algo-
Vi as garotas saindo da casa de Lana com suas malas e mochilas, Lana estava radiante usando um top branco com algumas correntes e uma calça larga preta e um tênis branco. Seu cabelo estava volumoso com grandes cachos ondulados lindos. Eu não conseguia parar de olhar para ela como uma boba. Ela parou e me olhou sorrindo.
- Fecha a boca se não vai entrar mosca. -Francis diz baixinho e me cutuca com o cotovelo-
- Cala a boca. -disse rindo e as meninas se aproximaram-
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