Estrela Cadente

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Nasci no ventre da imensidão,Um grão de luz na escuridão,Criada entre o fogo e o frio,Um lampejo no espaço vazio

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Nasci no ventre da imensidão,
Um grão de luz na escuridão,
Criada entre o fogo e o frio,
Um lampejo no espaço vazio.

Fui faísca em danças errantes,
Vagueei em cosmos distantes,
Vi planetas, ardi em mil e uma cores,
Observei o tempo, angústias e amores.

O meu destino era o breve fulgor,
Ser o rastro que espalha calor.
Na escuridão, tracei o meu trilho,
Carreguei o sonho de um brilho.

Caí ao céu em esplendor,
Sussurrei à noite o meu clamor!
E cada olhar que me encontrou,
Guardou o que de mim restou.

Pois, enfim, no chão me desfaço,
Mas sou memória no espaço.
Sou poema de quem me escreve,
E a luz eterna de quem não me esquece.

Desabafos PoéticosOnde histórias criam vida. Descubra agora