Sejam bem-vindos todos e todas!
Este é o meu livro de imagines que eu estou republicando em outra conta após ter perdido a minha conta principal! Algumas me conheceram por Aanasenju, mas agora aqui estou eu retomando tudo, como anadyeager.
Neste l...
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Número de palavras: 20.000
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— Senhor — um soldado apareceu de repente na frente de Tobirama, ele estava pálido e nervoso, o Senju rapidamente percebeu a situação e perguntou o que o estava afligindo — Senhor, é sua filha, senhor...
No mesmo momento ele estendeu um envelope em direção ao que era, naquela época, há 9 anos atrás, o Almirante de Esquadra. Tobirama abriu o envelope e tirou a folha, um pouco contido e ao mesmo tempo nervoso pelo que estava vendo.
Não demorou muito para ele aparecer de repente no meio da cidade, na casa da mãe dela, e abrir a porta de seu quarto como se fosse a coisa mais natural de se fazer: ele poderia ser pai dela, mas nunca se deram tão bem, e s/n achava estranho qualquer aproximação.
— O que porra você acha que está fazendo? — Tobirama grita e atira os papéis em direção a cama, onde S/n estava sentada em posição borboleta.
— Neste momento estou vendo um maluco que não respeita a privacidade da própria filha e entrou enquanto ela ainda está de sutiã — S/n puxa uma blusa devagar só pra fazer ele sofrer enquanto se virava e resmungava — O que está fazendo aqui, pai?
— Achei que você fosse fazer medicina! — ele gritou e virou para ela, S/n já estava de pé e aquilo o assustava, o quando ela era parecida com a mãe, e o quanto ela parecia desinteressada nele.
— E eu vou — ela concordou e pegou a pasta que estava na cama dela, abrindo e vendo a tarja "confidencial", no mesmo momento ela jogou na cama de novo e olhou pra ele — O problema não é eu fazer medicina, é onde eu vou fazer.
— Aeronáutica? Por acaso quer se matar? — S/n ironiza dizendo que Tobirama literalmente vivia em uma caixa rodeada pelas profundezas do mar — S/n, não estou...
— "Brincando!", eu sei, você nunca teve tempo de brincar comigo, não seria agora que ia vir fazer isso, né pai? — ela se sentou e entregou o envelope para ele — A única diferença é o azul. Aliás, por que o senhor tem acesso a documento confidencial da Aeronáutica?
— Madara é o Major-Brigadeiro do Ar, acha mesmo que eu não iria saber? — S/n responde dizendo que não achava que eles eram confidentes — Querida, por favor. Desista da sua candidatura. Faça medicina em terra firme, trabalhe em um hospital, mas não vá para as forças armadas.
— Não adianta mais — S/n olha para o lado e pega o celular, logo entregando ele para Tobirama que lê nitidamente que ela foi aceita como taifeiro de 2ª Classe — Começo no início do próximo mês, recebi hoje.
— Eu falo com Madara para retirar você da lista, é fácil para nós que estamos nos cargos...
— Não! Você não vai me tirar de canto nenhum! — ela grita praticamente e tira o celular dele, neste momento a mãe dela apareceu e emburreceu com a presença de Tobirama, que nem a via ainda — Eu vou servir, querendo você ou não.
— Você ouviu isso? Ela vai para a aeronáutica — Tobirama falou irritado, então olhou para S/n de novo depois de ver a cara irritada da sua ex esposa — Se você realmente fizer isso, não use meu sobrenome. Não quero ter que receber a porra de um identificador com meu sobrenome.
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