Sejam bem-vindos todos e todas!
Este é o meu livro de imagines que eu estou republicando em outra conta após ter perdido a minha conta principal! Algumas me conheceram por Aanasenju, mas agora aqui estou eu retomando tudo, como anadyeager.
Neste l...
⚠️ Atenção, o gênero deste capítulo é Dark romance, por conta disso, não esperem amor digno. A escrita não foi feita para ser exagerada, mas para não haver reclamações, por favor, estejam atentas ao gênero.
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Número de palavras: 11407
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Número desconhecido:
Eu gosto de te ver
assim, distraída.
O celular vibrou no bolso do moletom, e S/n franziu a testa, era difícil algum amigo lhe mandar mensagem porque praticamente nunca recebiam alguma resposta.
Ela caminhava pelo corredor quase vazio da faculdade, o eco dos passos ressoando de maneira incômoda no chão encerado. A câmera Canon pendia da alça ao redor do pescoço, balançando suavemente a cada movimento, enquanto uma bolsa transversal descansava sobre seu quadril, carregando lentes extras e um caderno de anotações.
Seu jeans escuro estava um pouco surrado nas dobras dos joelhos, e o moletom oversized que usava, em um tom neutro, era grande o suficiente para cobrir parte das mãos delicadas que tinha.
As mangas estavam levemente puxadas, denunciando um hábito involuntário que tinha ao ficar pensativa. Seu cabelo estava preso de maneira desajeitada, com alguns fios teimosos escapando e caindo sobre o rosto.
Ela enfiou a mão no bolso e deslizou a tela. O coração deu um leve salto ao ver a mensagem anônima. "Eu gosto de te ver assim, distraída."?
Ela parou no meio do corredor, o peito subindo e descendo devagar. O que era aquilo?
Seus olhos se moveram de um lado para o outro, buscando qualquer coisa suspeita ao redor. Mas o corredor estava vazio, completamente vazio. Apenas as luzes brancas e frias dos refletores e a fileira de armários metálicos.
S/n umedeceu os lábios, sentindo a garganta de repente seca.
S/n: Quem é você?
A mensagem foi enviada, mas nenhuma resposta veio. Nenhum indicador de que a pessoa estava digitando. Apenas o silêncio ao redor. Ela apertou a câmera contra o corpo, como se o equipamento lhe desse algum tipo de segurança, e retomou os passos, tentando controlar a inquietação que crescia em seu peito.