Sejam bem-vindos todos e todas!
Este é o meu livro de imagines que eu estou republicando em outra conta após ter perdido a minha conta principal! Algumas me conheceram por Aanasenju, mas agora aqui estou eu retomando tudo, como anadyeager.
Neste l...
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No alto de uma colina cercada por muros brancos e seguranças uniformizados, erguia-se o Colégio Konoha, ele era mais parecido com um palácio particular do que com qualquer coisa remotamente parecida com uma escola. Os portões de ferro forjado, com acabamentos banhados a ouro, se abriam lentamente todas as manhãs para receber uma elite selecionada a dedo: os herdeiros das maiores famílias do país.
Ali não se formavam apenas alunos. Formavam-se dinastias.
O campus era composto por três prédios de mármore importado, conectados por passarelas de vidro e jardins milimetricamente cuidados, projetados por paisagistas japoneses e franceses. Fontes com carpas exóticas, esculturas históricas e estufas com flores raras faziam parte da paisagem cotidiana. Até o ar parecia mais limpo ali dentro, purificado por tecnologias discretas, espalhadas estrategicamente para garantir o conforto e o status.
Os professores não eram apenas mestres: eram ex-diplomatas, pesquisadores internacionais e autores premiados. Não se ensinava apenas o conteúdo das matérias. Ensinava-se influência, presença, estratégia. Cada disciplina escondia um segundo propósito: manter os sobrenomes no topo da cadeia de poder.
Dentro da escola, o uniforme era padronizado, mas os detalhes falavam alto. Gravatas de cor específica, broches personalizados, insígnias bordadas à mão nas lapelas. Era impossível andar pelos corredores sem saber quem era filho de banqueiro, quem era neto de político ou qual aluna carregava o nome de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. O brasão familiar estampado no blazer dizia mais do que palavras.
Na sala de reuniões do diretório estudantil, negócios reais aconteciam. Trocas de ações, decisões sobre investimentos, acordos que influenciavam empresas reais fora dos muros. Tudo isso conduzido por adolescentes treinados desde o berço para assumir o mundo.
Festivais da escola eram patrocinados por grifes. As viagens de intercâmbio incluíam reuniões com chefes de estado. As aulas de etiqueta envolviam jantares com príncipes e CEOs convidados. Na cantina, o menu era assinado por chefs. E até os lanches servidos em bandejas de porcelana vinham com apresentações minimalistas e ingredientes orgânicos.