Sejam bem-vindos todos e todas!
Este é o meu livro de imagines que eu estou republicando em outra conta após ter perdido a minha conta principal! Algumas me conheceram por Aanasenju, mas agora aqui estou eu retomando tudo, como anadyeager.
Neste l...
Lembrete importante: Geto é um homem! Com suas falhas, dilemas e atitudes que, sim, podem parecer duvidosas aos olhos de quem está ao redor. Nesta história, os limites são respeitados. Nenhuma atitude ultrapassa o consentimento ou o bom senso. Este capítulo não é uma polêmica.
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— Gojo Satoru, por favor, compareça à diretoria. — a voz ecoou pelos alto-falantes da sala, interrompendo o tédio arrastado da manhã. O anúncio fez com que todos os olhares se voltassem automaticamente para ele. Geto, que estava quase cochilando com a cabeça encostada no encosto da cadeira, levantou os olhos no mesmo instante, encontrando o olhar confuso de Gojo.
O albino parecia tão perdido quanto os outros, franzindo a testa como se tentasse se lembrar de algo que justificasse aquele chamado. Ainda assim, se levantou vagarosamente, como se estivesse indo para o abate arrastando os pés até a porta da sala.
Geto o acompanhou com o olhar até que ele desaparecesse no corredor. Depois disso, tentou fingir que prestava atenção na aula de biologia, mesmo sabendo que não adiantava muito. Aquela matéria nunca foi seu foco. A voz da professora ressoava como um zumbido constante, falando algo sobre estruturas celulares, mas tudo que Geto conseguia fazer era divagar.
Lá fora, o mundo parecia bem mais interessante.
As turmas mais novas aproveitavam o intervalo para jogar basquete, vôlei, e até tentavam improvisar uma partida de futebol no pátio apertado. Geto adorava sentar na mesa próxima à janela justamente por isso: conseguia observar as pessoas indo e vindo, rindo, tropeçando, sendo... vivas. Era uma distração confortável para alguém que se sentia constantemente deslocado da própria rotina.
Cerca de trinta minutos se passaram até que Gojo finalmente voltou para a sala. O tempo suficiente para levantar suspeitas e preocupações. Seu rosto trazia um semblante tenso, os olhos mais sérios do que de costume, e ele nem sequer olhou para a professora antes de começar a enfiar os materiais na mochila às pressas.
— O que aconteceu? — Geto perguntou em voz baixa, se inclinando para perto do amigo.
— Minha irmã tá passando mal. Preciso levar ela pro hospital. — Gojo respondeu com um tom contido, tentando manter a calma, mas falhando em disfarçar a ansiedade.
— Mas a escola tem uma enfermeira...
— Tem, só que... ela não tá dando conta. — ele respirou fundo, apertando o fecho da mochila — Minha mãe e meu pai estão fora do país. Então... sou eu quem tem que cuidar dela agora.