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carai primeiro capitulo de volta ja aviso logo que vai ser ruimzinho algumas coisas não vão bater com os capitulos anteriores, então paciência 

carai primeiro capitulo de volta ja aviso logo que vai ser ruimzinho algumas coisas não vão bater com os capitulos anteriores, então paciência 

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O sol mal nasceu em Beverly Hills quando as redes sociais já estavam derretendo. As hashtags #KalyahSabrina, #CarroGate e #JennerCarpenter dominaram o trending topic mundial. E no epicentro do furacão, dentro da recém-comprada propriedade de 150 milhões de dólares com vista pra porra toda, Kalyah Jenner acordou com o celular vibrando tanto quanto a suspensão daquele carro na noite anterior.

— Que inferno, mano... — murmurou, os olhos ainda colados de sono, as tatuagens no rosto formando uma expressão de puro desdém. Ela se sentou na beirada da cama, vestiu apenas uma cueca boxer preta, os músculos cobertos por tatuagens que apenas contam histórias de guerra.

Do outro lado do quarto, Sabrina encarava a tela do celular com cara de "tomei um soco digital". Os olhos azuis arregalados, o roupão de seda caindo no ombro, e um feed lotado de memes, ataques, e gente surtando.

— Eles estão tão dizendo que a gente transou no carro, tipo... de verdade. No meio da rua. Com gente vendo!

— E a gente transou, caralho. Não vou mentir, pelo menos tão sendo sinceros dessa vez — respondeu Kalyah, soltando uma risada debochada enquanto acendia um cigarro eletrônico.

— Kalyah, isso não é engraçado! Eu nunca tive esse tipo de exposição...                                                                                                             
— Agora cê é uma loirinha fofa que sentou numa rapper tatuada com pinto num Porsche estacionado. Evolução, querido.

Sabrina enterrou o rosto nas mãos, rindo e chorando ao mesmo tempo.

— Kris vai me matar. Minha mãe nem me ligou ainda. Sinal de que uma bomba explodiu mesmo.

— Relaxa. Sua empresária é a própria bomba atômica. Vai vir aqui hoje, com certeza. Deve tá reunindo o clã Kardashian completo pra esse funeral de confiança.

E como se o universo tivesse sido roteirizado por Ryan Murphy, o interfone da casa tocou.

— Fudeu. É ela.

Às 10h em ponto, um SUV preta parava na entrada da mansão. Kris Jenner desceu com um blazer rosa, óculos escuros Chanel e a expressão de quem já tinha limpo a barra de três escândalos só naquele mês.

— Alguém aqui transou num carro como se não tivesse uma casa com 18 quartos? — falou ao entrar, enquanto o salto ecoava pelo mármore da sala principal.

Kalyah desceu as escadas devagar, completamente à vontade, vestiu apenas uma camiseta larga que mal cobria a cueca.

— E aí, mãe.

— Não me chama de mãe, garota. Isso aqui não é episódio de "Keeping Up With the Fodonas".

Sabrina apareceu logo atrás, vestida com um conjunto de moletom lilás, o rosto pálido.

ℝ𝕀𝕋𝕄𝕆𝕊 𝔼 𝕊𝔼𝔻𝕌ℂ𝔸𝕆 | ˢᵃᵇʳᶦⁿᵃ ᶜᵃʳᵖᵉⁿᵗᵉʳOnde histórias criam vida. Descubra agora