Kalyah Jenner é uma rapper de 28 anos que conquistou o mundo da música com seu estilo provocador e fama de "bad girl". Irmã gêmea de Kendall Jenner, Kalyah é conhecida tanto por suas músicas ousadas quanto por sua vida amorosa conturbada e suas cons...
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O palco estava escuro, apenas as luzes fracas piscando no ritmo da música de abertura. A multidão gritava meu nome, ecoando pelo espaço. Fazia meses desde a última vez que eu estive ali, e a sensação era um misto de ansiedade e excitação. O calor das luzes do palco, o som ensurdecedor da plateia e o peso das palavras que eu estava prestes a cantar.
Eu estava vestindo uma calça jeans larga, com uma cueca aparecendo na cintura, como os rappers dos anos 2000. A camiseta branca de manga curta exibia parte das tatuagens nos meus braços, mas eu sabia que, antes do fim da música, todo o meu corpo estaria exposto. Isso era mais do que um show. Era um grito de liberdade, de amor, de superação.
A batida começou, e as luzes se acenderam lentamente, revelando-me no centro do palco. Peguei o microfone e encarei a multidão.
— Vocês sentiram minha falta? — perguntei, minha voz ecoando pelo espaço. O público respondeu com um grito ensurdecedor, e eu sorri. — Eu senti falta de vocês também.
A introdução de "Without Me" começou a tocar, e a energia na plateia era palpável. Levei o microfone à boca e comecei.
"Found you when your heart was broke I filled your cup until it overflowed"
("Te encontrei quando seu coração estava quebrado Enchi sua taça até que transbordasse")
A cada palavra, eu sentia a emoção saindo de mim como um vulcão. A dor, a raiva, o amor – tudo estava ali, exposto para o mundo ver. Tirei a camiseta, revelando meu corpo coberto de tatuagens. A multidão foi à loucura. Eu sabia que algumas pessoas viam minhas tatuagens como excessivas, mas para mim, cada uma delas contava uma história. Minha história.
A câmera focalizou minhas costas, onde os nomes das minhas irmãs estavam gravados. O de Kendall, em especial, estava destacado. Eu girei o corpo para que a plateia pudesse ver claramente, enquanto continuava cantando.
"Said I'd catch you if you fall And if they laugh, then fuck 'em all"
("Disse que te pegaria se você caísse E se eles rissem, que se danem todos")
Meu olhar encontrou o de Sabrina na lateral do palco. Ela estava ali, com Kris ao seu lado, e seus olhos brilhavam com lágrimas. Esse show era tão para ela quanto para mim. Sabrina havia me destruído, sim, mas também havia me ajudado a me reerguer.
Parei a música no meio, com a plateia gritando. Ergui a mão, pedindo silêncio.
— Antes de continuar, quero falar com vocês. — Minha voz estava firme, mas cheia de emoção. — Há alguns meses, eu pensei em desistir. Pensei em largar o rap. Sabe, o rap tem um lado sombrio, um lado que pode te consumir. E por um tempo, ele me consumiu. — Fiz uma pausa, olhando para as milhares de pessoas diante de mim. — Mas então eu percebi que não posso deixar isso acontecer. Não posso largar o rap, porque eu amo isso. Eu amo a música, amo o que ela representa. Mas isso não significa que eu tenha que estar do lado errado do rap.