"- Porra, eu não deveria querer tirar sua roupa agora mesmo, devia? - ele sussurra
- Meu medo te excita, Willy?
- Oh querida, não imagina quanto."
𝒰m amor proibido, entre duas pessoas proibidas.
ℳadelyn Audore, uma assassina famosa, em toda a Amé...
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"Oh, you're the death of me, but I still hold On the memories of our ghosts I should've known, I guess we're both sinners We're both sinners" - Sinners - Ari Abdul & Tomas LaRosa
Madelyn Audore
Pensamentos correm pela minha mente como carros de corrida em alta velocidade enquanto sentia o couro do casaco de William se apertar contra meus dedos e gemer.
Meus pés pesados pelas botas estavam assentes mas pedaleiras traseiras da Mota, enquanto sentia o frio do casaco de William contra minha bochecha quando me inclinava para gerar equilíbrio, algo difícil na velocidade que a mesma andava. Estradas passam pelos meus olhos repetidas vezes até me sentir tonta o suficiente para desistir de tentar saber para onde estamos a ir, e apenas confio no instinto e sabedoria do homem onde me apoiava no momento.
Cheiro a óleo queimado enche minhas narinas a medida que os dedos de William se curvavam contra o acelerador.
Dou um tempo para reflexionar nos meus pensamentos no momento, eu estava sim, a fugir. A fugir de tudo — meus amigos, casa, clientes, festas, chefe.
Respiro fundo, minha mente estava um turbilhão de pensamentos para lá e para cá, alternativas infinitas me percorrem , algumas me dando arrepios.
Minutos depois, vejo então algumas luzes baterem no casaco de William, luzes azuis e vermelhas.
— Porra, William. — atiro — Eles estão atrás de nós, a polícia está atrás de nós. Sinto a mota debaixo de mim acelerar e as pedras voarem sobre as rodas da mesma. Sinto os pneus levantarem levemente e caio no banco novamente, me encaixando contra as costas de William.
— Cala a boca e se agarra na minha cintura, porra. — William rosna.
As rodas por baixo de nós fazem um som alto o suficiente para incomodar, mas a adrenalina do momento não me permitia pensar no semelhante. Apenas me apercebi da velocidade a que a gente andava quando William fez uma curva violenta, nos escondendo em uma encruzilhada.
E porra, era tão errado deseja-lo numa situação assim, mas era estupido o quanto parecia certo.
Minha respiração estava irregular quando senti o banco subir ligeiramente enquanto William se levantava e se encostava na parede.
E ele pareceu notar,
Tento regular meu corpo, mas o monte de coisas que acabaram de ocorrer em um espaço de tempo tão curto que parecia algo impossível.
Então, sinto uma mão em meu ombro.
— vamos, a mota não é o suficiente.
Ele se virou, mas eu sentia seu sorriso de canto daqui, ele estava adorando a situação e não queria escondê-lo.
— Você é um desgraçado.
— Você não me chama de desgraçado quando está por baixo de mim.