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ANNIE CORLEONE
N
ão sei quantas horas SE passaram... minha cabeça dói tanto...
Eu tô com sede... tô com frio... e tô com medo.
Muito medo.
Eu queria o Lorenzo...
Mas ele não tá. Só tem ela.
Eu me sentia fraca... A garganta tá Annie tava seca... Meus olhos tavam pesados e eu tava nervosa.
Acariciei minha barriga ao ouvir um barulho de saltos do outro lado da sala.
Ela voltou...
Cada passo dela parecia uma martelada na minha cabeça.
Quando ela abriu a porta, eu comecei a chorar de novo ao ver a sombra dela sendo iluminada pela claridade lá fora.
Eu nem conseguia fazer barulho..
A Ani tava... Vulnerável...
Como sempre...
Ela riu ao perceber aquilo. Riu como se eu fosse uma piada.
E talvez eu seja... Eu sempre fui...
As garotas do convento deviam estar certas sobre mim...
— Tão frágilzinha, né? _selena disse, vindo até mim devagar._ Olha só pra você... chorando... tão patética.
Ela puxou meu cabelo de novo. Forte. Minha cabeça doeu.
— Eu devia arrancar esse bebê agora. _ela sussurrou perto do meu ouvido, me fazendo me encolher._ Queria ver você gritar enquanto eu abro essa barriga com uma faca cega.
Não...
Comecei a me debater... a fita me machuca... os pulsos estavam ardendo.