Quando um Voldemort na casa dos trinta encontra Harry Potter, um viajante no tempo de dezessete anos, ele faz uma suposição perigosa - e hilária. Ele presume que Harry é seu filho. E o filho dele, claro, merece o melhor.
Um Harry confuso segue o...
ESTE É O CAPÍTULO MAIS TESÃO DE TODOS OS TEMPOS, DESCULPE, NÃO, DESCULPE, SEM ARREPENDIMENTOS. MORREMOS COMO HOMENS INCESTOSOS ESTÚPIDOS (ou não, porque homens incestuosos estúpidos tendem a ser imortais, aparentemente).
Enfim.
Lembra do juramento solene de Voldemort de proteger seu "filho" de seus desejos pervertidos?
Bem, Harry alegremente pega uma motosserra para essa resolução hoje. Deus te abençoe, Harry. Quem se importa com a sanidade de um Lorde das Trevas, não é?
E, heh, você achou que os pensamentos tesudos de Voldemort eram descontrolados antes? Agora que ele sabe que quer Harry, sua mente apodreceu. Ele pensa em transar com Harry, tipo, constantemente. Boa sorte para todos nós. Não tenho certeza se vamos sobreviver. (Ou se Harry vai. Droga.)
Não que a tesão de Harry não seja fora de série também. Se colocássemos a tesão do Voldemort contra a do Harry em uma corrida, quem venceria? Ou será que eles acabariam transando na pista?
EU SÓ QUERIA DIZER: TODOS OS SEUS LINDOS ELOGIOS E COMENTÁRIOS ME MOTIVARAM A ESCREVER ESTE NOVO CAPÍTULO MUITO MAIS RÁPIDO DO QUE EU PENSAVA SER CAPAZ. MUITO OBRIGADA! CADA UM DE VOCÊS É UMA JOIA, UMA ROSA, UM PÔR DO SOL. EU OS VALORIZO INCOMPARÁVEL. ❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️
harry: *tem doutorado em provocação*
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voldemort tentando afastar todos os pensamentos sensuais:
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Voldemort estava sentado na cozinha, sem piscar. A luz do sol cintilava nas molduras de bronze das janelas altas e arqueadas, lançando grossas barras de ouro salpicadas de poeira sobre a antiga mesa de jantar de mogno. A idade deixara marcas na madeira esburacada, pequenos amassados e marcas de varíola sob o polimento reluzente — imperfeições que Voldemort só notara naquele dia. Por outro lado, ele nunca havia ficado tanto tempo sentado àquela mesa, contemplando os padrões dos veios da madeira em vez de se deter nos eventos da noite anterior.
Esta era apenas mais uma manhã comum. Era nisso que Voldemort tinha que acreditar. Esse era o papel que ele tinha que desempenhar: um pai normal preocupado com o filho após o encontro imprudente do filho com vinho de sereia. Certamente não um pai que pensara em transar com o filho sob efeito de álcool — afastando aquelas coxas macias enquanto o garoto dormia, beijando-as reverentemente, arrastando os lábios, a língua para cima, lambendo a salinidade musgosa onde Harry ainda estava duro, onde Harry praticamente implorara a Voldemort para tocá-lo.
Não. Nada disso acontecera. Tudo aquilo era fruto de sua imaginação perversa, uma imaginação cuja existência ele não podia se dar ao luxo de revelar. Não se quisesse que Harry ficasse, risse... fosse feliz naquela casa maldita.