Quando um Voldemort na casa dos trinta encontra Harry Potter, um viajante no tempo de dezessete anos, ele faz uma suposição perigosa - e hilária. Ele presume que Harry é seu filho. E o filho dele, claro, merece o melhor.
Um Harry confuso segue o...
Até agora, esta história levantou a questão gravíssima: "Quão excitado um homem pode ficar sem perceber?" E a resposta de Voldemort a essa pergunta foi apenas: "Sim".
Isso muda com este capítulo. Ah, como muda. O homem finalmente percebe que está excitado, pessoal. A maior epifania do século. Deem a esse gênio o Prêmio Nobel.
A manchete de hoje no Profeta Diário deveria ser: SENHOR DAS TREVAS TÍMIDO DESCOBRE QUE TEM LIBIDO. OPERAÇÃO SIMPÁTICA: LANÇAMENTO! Ora, ele goza tanto (risos) que ele realmente cria uma consciência. Tudo bem, Voldemort?
Pois é, então este capítulo é basicamente o Voldemort tendo um longo e contínuo ataque cardíaco. Peço desculpas, mas sei que vocês vão gostar... assim como eu. (Assim como o Voldemort quando se permitir relaxar, nossa.)
Observem que o Voldemort é demissexual nesta história e não está acostumado a desejar ninguém, então, para ele, esse desejo inicialmente parece ser muito contra a sua natureza e contra a forma como ele está acostumado a interagir com as pessoas... particularmente com o Harry, a quem ele adora tanto que a ideia de objetificá-lo com luxúria parece meio errada. Esse cara, gente. Ele é um floco de neve tão especial. Um floco de neve assustador e assassino, mas ainda assim.
Definitivamente não é um Voldemort chocado tentando desesperadamente desviar o olhar de um Harry bêbado e nu se vestindo:
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Imediatamente após aparatar com Harry na sala de estar, Voldemort foi abordado por Flopsy.
Ela seguiu uma faca de trinchar com mais de três quartos do seu tamanho. Uma faca de trinchar suja. Fios de carne ainda grudados nela, gelatinosos e rosados.
"Mestre Lord Voldemort", ela cumprimentou com um sorriso que era mais uma careta, embora se tornou consideravelmente mais caro quando dirigido a Harry. "Mestre Harry". Ela se aproximou dele com uma expressão de preocupação crescente.
Harry ergueu a mão tonta, sorrindo torto. "E aí, Flo?"
O rosto de Flopsy escureceu como uma pequena noite de tempestade. Ela lançou um olhar acusador para Voldemort. "Você o drogou".
"Eu. O quê? Não. Então Voldemort percebeu o que absurdo era se defensor de uma criação escrava em miniatura, cuja cabeça enrugada mal chegava ao seu joelho. "Seu caro menino de ouro apenas se embriagou com uma adolescente que devia saber mais. Assim como ele."
Harry Assentiu Amigavelmente. "Ele tem razão, ela me deu essas sereias. Em garrafas. Garrafas de sereia. Muitíssimas bonitas. Muito... azuis." Harry gesticulou como se pudesse descer fisicamente um pouco de azul, quando estava o perto de Voldemort no processo.