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"Eu sou a cela que te aprisiona, e você é a liberdade que eu nunca poderei ter. Te amo tanto que dói saber que não sou o suficiente para te fazer feliz. Você merece mais do que eu posso oferecer.
Vou te libertar, não porque não te amo, mas porque eu te amo demais. Vou te dar a chance de encontrar a sua própria liberdade. Adeus, meu amor. Vá voar."

Nem Mayck acreditava no que acabará de escrever, mas ao enviar para número de Sarah, com os olhos marejados ele pega seu capacete sobe em sua moto e sai sem rumo.

"Até onde um homem vai por amor? Até o limite da sua própria alma. Até o ponto de se perder de si mesmo. Até o momento em que o amor se torna uma prisão, uma dor que não cessa.
Ele vai além das suas próprias necessidades, além do que é saudável. Ele se esquece de si mesmo, se anula, se sacrifica. E mesmo assim, não é suficiente. O amor se torna uma dívida que não pode ser paga, uma ferida que não cicatriza."

Mas é justamente nesse abismo de dor e desespero que o amor se revela em toda a sua complexidade. É um paradoxo: o amor que nos completa também nos destrói. E ainda assim, é nele que encontramos a nossa maior verdade."

Dirigindo por alguns minutos em alta velocidade, a adrenalina era pouco para Mayck, passava um filme em sua cabeça onde ele lembrava de Sarah correndo com os cachorros, e na sequência vinha todas memórias que ele via o sorriso como sombra nítido em sua frente enquando dirigia.

Era uma dor que Mayck desconhecia era insuportável dilacerava seu peito, queimava e as batidas não havia contagem.

Mayck vai até o morro aonde ele ja serviu, chegando la foi recebido com muito fervor, ja que era dia de baile.
A Música alta vários parceiros de caminhada errada estavam lá.
Wisk com redbul foi sua água,o cigarro de maconha foi seu amigo fiel, foi quando ele se deslizou para o mais perverso e mais uma vez ele se rendeu ao oque ele não utilizada .

Ao certo ponto Mayck ja havia traçado um limite ruim, entre um outro reconhecendo ele ao baile uma antiga mulher estava ali querendo saciar algo e ele apenas quis por luxúria, afinal sua muher o havia largado.

Mayck levou essa mulher para casa antiga do morro que ele ainda possuía.
E ali ele fez oque ele sabia que era um caminho sem volta, mesmo usando camisinha ele sentia que havia traido sua esposa.
Ele fez oque fez não quis nada romântico apenas saciar sua fome sexual.
A conhecida não era Sarah, Mayck nem se quer beijo aquela desconhecia foi um sexo violento no qual a desconhecida ja conhecia afinal Mayck ja havia ficado no passado com ela.
Mayck acabou e foi embora, sem dar thau nem se quer agradecendo pela transa, apenas com as palavras.
" Isso foi um erro"

Ao sair Mayck não queria voltar para sua casa, tudo que ele almejava ja não estava mais ali, ele desvia o caminho e vai até a casa de sua mãe.

O dia era ensolarado ele chega a casa de sua mãe a mesma o recebe.

Rita: Filho por onde você andava eu estava prepcupada.

Mayck apenas abraça sua mãe e começa a chorar, era um choro de sofrimento sua mãe reconhecia.

Rita: Calma meus filho calma.

Em meio ao choro Mayck fala.

Mayck: Eu perdi minha familia mãe eu perdi tudo mãe oque vai ser de mim eu perdi tudo.

Rita: Filho calma ta tudo recente, Sarah te ama tenha calma.

Mayck: Mãe ela tentou se matar, e eu que fiz isso eu sou culpado.

Rita: Filho ela sabia que você não era santo, e mesmo assim ela casou com você se acalma.

Em meio a conversa Paty irma de Mayck, que ja havia acordado interrompe.

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