Capítulo treze

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Amorecos o capitulo esta curto e completamente sem revisão.

Um carro para ao meu lado e imediatamente abaixa o vidro. Eu achei que era ele, mas não  era.

—Senhora o senhor Becker pediu para a senhora vir comigo.—Ele era muito petulante.

—Diga ao seu chefe que vou embora.

—Senhora ele pediu para que eu a levasse em casa, disse que se eu não  a convencesse podia dar adeus ao meu emprego. Eu preciso muito desse emprego senhora.—Ele me olha com uma expressão triste. Parecia realmente preocupado com essa hipótese.

Eu não  achava que Aaron pudesse realmente despedi-lo, mas não ria testá-lo.  homens como ele detestam serem testados. Entro no carro e o motorista não diz nada. Faz o trajeto até minha casa mudo.

É incrível que ele não me pergunte se quer uma vez sobre o endereço ou um ponto de referência. Segue diretamente até minha casa como se já  tivesse ido lá diversas vezes. No caminho tudo que consigo pensar e sobre Aaron e aquele beijo,  que deixou  até agora meu corpo elétrico. Eu não  podia deixar isso acontecer que raio de mulher mais fraca que eu sou. Aaron e eu tínhamos prioridades diferentes, ideias diferentes vivíamos em mundos opostos, nunca iria funcionar. Nos éramos diferente em tudo. Eu precisava me afastar dele, eu não iria  conseguir me negar a ele estando tão próxima.
O dia de repente ficou feio e triste. Observo os prédios que estendiam por Austin pinturas contemporâneas e alegres. Mas para mim não  havia beleza. Tudo que eu sentia era um peso dentro do peito. Meu coração parecia que havia sido mastigado e cuspido. Ele doía literalmente. Não  demorou muito para que eu chegasse em casa. Encontro com a proprietária do apartamento nas escadas ela vem em minha direção sorridente.

—Obrigada querida, pelo cheque.
—Cheque? –Do que ela estava falando eu não  havia dado qualquer cheque a ela.—O cheque que um senhor elegante me deixou. Ele disse que era o pagamento dos aluguéis atrasados e mais um ano adiantado.  —Nem espero ela terminar de falar e subo feito um raio para meu apartamento. Isso podia ser coisa dele. Assim que entro em casa desabo. Todos esses dias ao lado dele pareceu mágico. Ele me tratou tão bem, mas ele não era nada meu,  para pagar minhas contas. Eu queria ligar e gritar com ele, mas então  eu ouviria sua voz é minhas reservas se quebrariam. Senhor como eu cheguei até aqui. Eu estava desolada. Vou para o único lugar que me dava conforto. Minha cama.  Assim que passo pela porta do quarto fico aterrorizada isso era demais. Tinha uma imensa cama King com um lindo edredom e muitos travesseiros. Em cima da cama tinha uma caixa. Eu não  sabia o que fazer. Me aproximo da cama com uma bagunça interior se expandindo em mim. A caixa era linda era de madeira com pequenas flores pintadas. Abro a caixa com cautela, ela estava repleta de pétalas de Rosas vermelhas, e com um perfume maravilhoso. Oh, meu Deus! Puxo o tecido que estava perdido nas pétalas, era um lindo vestido. O vestido que vi no shopping quando estava com Beer. Por que ele  tinha que ser assim. Tão imperfeitamente perfeito. O vestido era um Rosa pálido, longo com estilo sereia. Era perfeito, eu nem se quer tinha lugar para ir com uma roupa dessa. A caixa era grande e havia um saco com algo dentro. Desatei o laço do saco e me deparo com os sapatos mais lindo que já tinha visto. Era muito alto com stras, completamente chique. O sapato e o vestido era finos, com certeza foi caríssimo,  deveria dar para eu comprar um carro novo. Um cartão  se prendia em uma espécie de bolso na tampa da caixa. Eu nem havia notado. Só  notei quando fechei. Puxo o cartão. Era uma letra linda, cursiva e muito bem contornada. 
“Adoraria ter você  Como companhia para um evento social comigo. Eu não  aceito não, senhorita Cecília.
Ps: Estou louco para ve-la neste vestido.
Xoxo”
Eu não  poderia aceitar nada disso. Não  poderia ir com ele. Eu devia me afastar. Senhor Becker era extremamente perigoso para uma mulher cristã. Eu tinha que ficar distante dele. Não  sei o que iria fazer para devolver essa coisas à ele, mas eu não  podia ficar com elas. Ouço  um barulho vindo da sala. Era um toque diferente. Vou até a sala e ouço o som vindo da minha bolsa. Pego minha bolsa mas o celular já  havia parado de tocar . Pego-o e visualizo o nome de Beer na tela. Tinha algumas mensagens dela.
“Oi Cici, queria saber se já chegou?”
“Quando chegar me avisa”
“Já  estou com saudades, isso é  possível.”—Sorriu. Como ela era fofa. Não  queria deixa-la ansiosa então respondo rápido.
“Já cheguei em casa,  Be. Também já estou com muitas saudades. De um beijo em Buttefly por mim.”
Eu precisava dar meu novo número para Jaremy. Eu não  ficaria com dois celulares.
Talvez falar com meu irmão iria me deixar melhor e mais animada. Disco seu número e ele demora para atender. Demora muito. Ligo mais algumas vezes e nada. Começo  a ficar preocupada. Podia ser que ele não conhecia o número então  decidiu ignorar. Vasculho minha bolsa em busca de meu antigo celular e ligo para ele. Mas novamente ele não  atende. Por que ele não  estava atendendo. Ele sabia o quanto ansiosa eu era. Sempre me atendia. Nunca me deixava esperando. De repente sinto muito medo. Ligo para a Reitoria.
Uma voz grave me atende no segundo toque.
— Boa tarde!
—Boa tarde!
—Em que posso ajudar?—Diz a voz grave.
—Meu irmão  Jaremy Tuner Ele estuda aí. Gostaria de saber se ele se encontra no campus. Estou tentando falar com ele a algum tempo.

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