Capítulo quinze

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Dedicado à Nessa_Santossss minha guria linda. Te adoro bjos no seu core.

Helloou olha que está aqui de novo. Euzinha.
Bom esse capítulo ta mutcho triste prepare o lencinhos porque lágrimas irão rolar. Nosso Senhor Becker está na sofrencia. Quem aí quer consola-lo?
♡♡♡♡

AaronMeus dias são tão ruins quanto espinhos, dolorosos e perfura minha alma, se é tenho uma

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Aaron
Meus dias são tão ruins quanto espinhos, dolorosos e perfura minha alma, se é tenho uma. Se eu tiver ela deve estar da cor da morte escura. Eu um homem com medo do escuro tenho uma vida completamente negra. Qual a probabilidade de não me afogar no meio dessa tempestade de dor angústia que me assola? Poucas, bem poucas. Pensar faz minha cabeça pulsar mas do que já estava pulsando. No entanto pensar era o único meio de eu chegar até ela. Eu sabia que não devia ter deixado ela entrar na minha vida, no instante que olhei para aqueles olhos verdes cristalinos, inocentes e cheios de vida. Seus olhos eram perigosos demais, doces demais. Mais ainda assim eu não reprimir a curiosidade que tinha em relação a ela. Assim quee ela pareceu com suas roupas ridículas e uma simpatia sem medidas, percebi que eu era um homem arruinada . Eu tentei não gostar dela. Tentei não saber sobre sua vida, mas isso se tornou impossível quando ela sorrio. De alguma forma aquele sorriso tímido e educado, fez alguma coisa dentro de mim se romper e pela primeira vez em anos eu quis mais do que a vida já tinha me oferecido ou me tirado. Eu a quis. Naquele instante. E eu a quero, e não vou desistir até consegui-la. Sou egocêntrico admito, mas isso não vai fazer com que eu desista dela. Muito pelo contrário. Nunca quis algo com tanta intensidade do jeito que a quero. Não sei quem foi o idiota que inventou o amor, mas isso doe como inferno, sinto como se cada pedaço de mim tivesse sido triturado em milhares e milhares de pedacinho. É doloroso pensar nela. E só a remota ideia de não pensar doe muito mais. Eu já me sentia perdido antes de conhece-la, mas agora estou completamente desolado, destruído. Estou sangrando por dentro, mas não é o bom e velho sangue vermelho. Estou sangrando escuridão, sangrando trevas, meu sangue com certeza tem agentes químicos que me faz contorcer de dor. Até parece uma infecção. Aquele tipo que lateja do durante o dia, mas durante a noite fica bem pior. A dor é completamente perceptível e fica fazendo sua carne queimar de uma forma esquisita e completamente insuportável. Eu me contorço na cama e amaldiçoou minha existência, por que não sói o tipo de homem afetivo, talvez eu nunca tenha sido, mesmo quando achei que era. Mas agora. Agora eu simplesmente quero a proteger de tudo é de todos. Quero cuidar dela por que para mim serei o único a fazer Isso de verdade. Quero que ela tenha tudo que desejar. Quero lhe oferecer minha vida em troca de seu sorriso. Eu simplesmente não suporto a ideia de não tê-la. Eu só precisava ve-la. Exatamente agora.
O lugar onde ficava meu coração está começando a dar evidência de que tenho um. E não sei se isso é uma coisa boa. Ele está doendo. Não uma dor fictícia, essa dor é literal e ele bate descontroladamente. O suar escorre pela minha testa devendo até meu tronco. Minha costas estão molhadas e eu não para de arremeter socos. A cada soco sinto meus músculos se contrariem de cansaço e desconforto. Minha panturrilha está ardendo. Corri por pelo menos unas oito quilômetros. Eu não Tenho corrido assim já faz alguns anos. Então me corpo está sentindo uma dor muscular ardente. Mas essa dor não é a pior. Pelo contrário, ela é tão supérflua em relação verdadeira dor que estou sentindo. Que ela torna praticamente invisível.
Talvez se eu recebesse uma facada seria menos doloroso, ou quem sabe um tiro. Tanto faz, qualquer outro tipo de dor que pudesse aplacar essa que eu estou sentindo, seria bem vinda. Os nos dos meus dedos estão sangrando. Eu até coloquei a luva de box e tentei descarregar essa bagunça miserável que estou sentindo, mas isso também não funcionou. Então eu tirei as luvas e corri o mais rápido que pude para minha gruta, meu refúgio e comecei a socar as paredes rochosas. Ela tinha pontas finas e afiadas. A cada soco que eu dava o sangue descia por minha mão. Eu era um homem doente em todos os sentidos. Mas eu juro que a tão deseja da esperança tinha me alcançado. Ela tinha nome e um rosto lindo. Eu odiava ter aquela imagem em minha mente. Olho para minha mão completamente deformada e me ajoelho levando as mão naquela água cristalina e calma, meu sangue se funde na água por um instante ele deixa a água vermelha mas logo desaparece. Ela corria por entres as pedras seguindo seu rumo para o lago que havia atrás da gruta. Eu não conseguia pensar direito. Minha cabeça estava pesada, aprecia cansada. Talvez tenha sido os três copos de conhaque que bebi. Eu não sei direito. Mas ela tamborilava em minha mente. Causando uma dor latente. Minha filha esta triste e assustada, ela senti a minha miséria, mas não consegue falar. Minha doce menina silenciosa. Sinto um nó constante na garganta, mas não me permito chorar. Eu não quero ser um homem fraco, mas isso é tudo que sou. Um homem fraco. Um homem mentalmente perturbado. O que eu fiz de errado? Eu não entendo. Eu controlo dezenas de empresas espalhadas pelo mundo inteiro, sou respeitado. Existem tantas vidas que de pendem de mim, do meu desempenho. Tomo conta de tantas famílias. Mas não Consigo gerenciar minha própria vida. Ando desgovernado para qualquer direção. Sou capacho desse sentimento devastador. Eu pensei que fosse imune a esse tipo de coisa. Achei que jamais gostaria de alguém ao ponto de pensar que minha existência dependia do sorriso dessa pessoa. Assim que a conheci. E vi ela sorrindo com Beer, me perguntava como sua risada cheia soaria, imaginava como era o som. Se ela fazia alguma coisa enraçada. E agora que conheço, de repente entendi que teria sido melhor se eu não tivesse conhecido. Muito melhor. Porque agora eu queria me perder no som dessa risada. Eu queria ser um único que pudesse faze-la sorrir. Saber que fazia semanas que ela sorria para outro acabava comigo.

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