...um dia, em que os alunos não vão a escola, não só terça mas como todo o resto da semana, sem alunos do 9°A, e sábado chega. Daniel estava conversando com Talita no whats, quando chegam em tal assunto:
...- E o pesadelo da reunião dos professores? (Talita)
- Nem te conto, alias que tal da gente se reunir para tirar os medos dos alunos? (Daniel)
- Boa ideia, pode ser na minha casa! (Talita)
- Ótimo, vamos criar a ceita dos alunos. (Daniel)
- Quem irá vir? (Talita)
- Vamos por no grupo, eu e você, Noemi, Carol, Jhenifer, Lafayette, Patrick e Bruno. Pode ser? (Daniel)
- O Bruno não, pois ele é móh infantil. (Talita)
- Mas precisamos da ajuda dele. (Daniel)
- Ta bom. (Talita)
- Que dia? (Daniel)
- Amanhã ás 13:00. (Talita)
- Ok, comunicarei o resto do grupo. (Daniel)
E Daniel comunica a todos os outros do grupo sobre a tal "ceita". Sábado termina, domingo chega, e lá estão, Daniel, Noemi, Carol, Jhenifer, Lafayette, Patrick e Bruno na casa de Talita.
- Sobre o que iremos falar? (Patrick)
- Sobre os assuntos, que estão zombando por ai. (Noemi)
- Qual assunto? (Jhenifer)
- Que o 9°A está amaldiçoado, por isso anda acontecendo todas essas assombrações. (Daniel)
- Não acredito nisso. (Bruno)
- Jura, então você não sonhou com a reunião dos professores? (Carol)
- Sonhei, e o que isto te.., como você sabe disso? (Bruno)
- Todos do 9°A sonhou! (Talita)
- Caramba, isso sim é uma maldição. (Patrick)
- E qual é minha fala? (Lafayette)
- A sua fala é, compreender com agente. (Jhenifer)
- Eu trouxe a moeda, que a encontrei no campo de futebol dias atras, agora está manchada de sangue. (Daniel)
- E por que você não jogou fora isso ainda, nunca iremos decifrar a mensagem contida nela. (Bruno)
- É, e você vai ver, os espíritos irão vir atras dela. (Carol)
- Espíritos não existem. (Noemi)
- Mas na reunião, os professores deixam claro que a moeda é importante. (Patrick)
- Por isso mesmo, que eu não quero me livrar dela, ela pode ser de grande importância para o mundo. (Daniel)
- Talvez seja por causa dela que estamos ferrados. (Lafayette)
- Não dá para usar a linguagem formal Lafayette? (Noemi)
- Eu falo do jeito que eu quiser. (Lafayette)
- Magoô, não fala mais comigo. (Noemi)
- Desculpa Noemi! (Lafayette)
- Para de romantismo, foca no assunto. (Jhenifer)
- Que tal se a gente começa-se a tentar decifrar as mensagens subliminares? (Daniel)
- Ok, qual são as mensagens? (Talita)
- "O que é o que é?"; "Verdade ou mentira?"; "A obra está em suas mãos". (Daniel)
- A nossa ceita vai ser para matar os professores? (Bruno)
- Para de ser infantil Bruno. (Talita)
- Eu só quis dizer. (Bruno)
- Duas são perguntas, e uma é a resposta de uma pergunta. (mãe da Talita)
- Boa mãe. (Talita)
- Nossa a sua mãe conseguiu o que ninguém aqui iria conseguir. (Patrick)
- Qual seria a pergunta da resposta? (Noemi)
- "O que é isso?" (Carol)
- Não, tem de fazer sentido, ou melhor não fazer. (Jhenifer)
- Já sei que tal todos refletirem em suas casas sobre as mensagens. (Talita)
- E começaremos a falar das pegadinhas que faremos com os professores. (Bruno)
- Boa Brunão, podemos cuspir na água da professora Munarete (Patrick)
- Que nojo, que tal deixarmos eles em paz? (Noemi)
- Que tal a gente pega a metralhadora e tra, tra, tra, tra. (Carol)
- Kkkkkkk, é melhor vocês já irem pois já são 18:36. (Talita)
- É mesmo, já vamos então Tathi, tchau! (Jhenifer)
- Tchau! (Talita)
Todos vão embora. Patrick foi embora de ônibus, e quando chega no ponto de ônibus, é surpreendido por...
