PLÁGIO É CRIME (Completa)
Júlia é uma garota tímida enquanto Johnny um garoto rebelde mas com um coração mole, o verdadeiro típico bad boy.
Rodrigo um professor obcecado, que não irá medir esforços para ter o que quer, sua aluna, Júlia.
Júlia sofre...
CAPITULO 27 Elas aceleraram o passo e passaram por eles. - Já tem em mente o que levar no acampamento? - Minha guitarra. - Como é acampar? - Você acha que se parece com aqueles acampamentos dos filmes, né? - Talvez... - Então pequena... Desculpa te decepcionar mas não é assim, tem insetos pra caralho. Tem animais selvagens que invadem as barracas e comem o seu cérebro. MUHAHAHAHHA! - Johnny! - Tô zuando. Johnny jogou os braços no ombro de Júlia. Cada um foi para a sua sala. Júlia entrou, era aula de História. - Bom dia. - Bom dia - Júlia respondeu sem olhar para o professor. Ela se sentou no fundo. Ao lado de uma garota de óculos, ela olhou para a garota, e se identificou com ela, logo se lembrou do ensino fundamental. Ela se virou para a gorota e sorriu, e a mesma sorriu de volta. A aula seguiu normalmente. Até que Júlia descide ir ao banheiro. - Professor posso ir ao banheiro? - Claro. Júlia se levanta, e saí. Ela vem andando cantarolando. Ela entra no banheiro e vê Lorianne e suas ''parceiras'' ela dá meia volta mas já é tarde. - Opa opa, aonde você vai? - A ratinha tá com medo. Elas riram e formaram um círculo em volta de Júlia. Júlia tentava sair, mas era empurrada de volta. - Me deixem em paz! - Os olhos de Júlia ficaram azul escuro. - Ah lá, ela tá nervosinha. - Eu disse. Para. Me deixaram em paz! - E o que vai fazer caso não fizermos isso? Vai nos bater? Elas riram. - Agora vai pagar por ter roubado o Johnny de mim; - Eu não roubei ele de você! Júlia se aproximou de Lori. Lori dá um tapa na cara de Júlia que caí no chão. Júlia chorava, de raiva, enquanto elas riram. Júlia se levantou e correu até Lori e a pegou pelo cabelo. A empurrando para cima da pia, fazendo com que ela batesse as costas com força. Júlia dava murros e socos. As outras vieram pra cima dela. E a pegaram. Umas pelo braço, outras pela perna, e a seguraram com força. Lori se recompos. E partiu para cima de Júlia. Ela dava vários socos na barriga de Júlia. Até que ela desmaia. Elas saem, e trancam a porta do banheiro. --------- O tempo passa. Júlia acorda, ainda um pouco atordoada. Ela se levanta e corre para porta e vê que está fechada. Ela pega o celular e vê que dava area. Logo liga para o Johnny. - John? - Júlia, que foi? - Me trancaram no banheiro o que eu faço? - Tem clipes de papel? - Claro que não. - Então se ferrou. - Johnny... é sério. - Essas portas tem as dobradiças fracas, fica chutando. Uma hora estoura. - Tá. Júlia começou a dar vários chutes na porta. Já vencida pelo cansaço e a raiva que sentia, ela chuta com toda a força e a porta saí das drobadiças fazendo um enorme estrondo. - Ui, como ela é forte. - Cala boca. O sinal tocou. - Te espero lá fora. Júlia saiu pra fora, com uma pedaço dos lábios um pouco roxo. E a cabeça doendo. Johnny chegou. Ela o abraçou. - Meu Deus, tudo isso é saudade? - Ah, cala boca, não abraço mais. Johnny a pegou no colo e a jogou no ombro, assim:
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- Johnny me coloca no chão! Júlia começou a tossir forte. - Me coloca no chão droga! Ela tossia. Johnny colocou ela no chão. - Calma... Não se irrite. Ela caiu no chão. Johnny ficou desesperado. E se sentou ao lado dela. Ela tossia sangue. - O que tá havendo? - Nada! - Comoa ssim não é nada? - Não é nada. Eu só preciso ir pra casa. Júlia se levantou e foi andando. Johnny se levantou e foi correndo até ela. - Não vai contar? - Possivelmente não. - Eu tô preocupado com você... Me conta. - Droga Johnny não é nada. - Tudo bem. - Desculpa... Eu tive um dia ruim. Júlia pegou na mão dele, ele levantou a cabeça e olhou pra ela. Ela sorriu. Ele viu o roxo na boca dela. Ele parou, e com a outra mão fez ela parar segurando no ombro dela. - O que foi isso na sua boca? Não minta. Ela olhou pro lado e viu Lori com as meninas, Lori fez um sinal do tipo ''se você contar pra ele, a gente te mata.'' Ela olhou para o Johnny. E abaixou a cabeça. - Eu escorreguei no banheiro e cai... - Sei que está mentindo, mas tudo bem. Eles seguiram o caminho todo em silêncio. Eles chegaram na casa dela. - Eu disse a verdade. - Tudo bem... Johnny deu um beijo na testa dela e saiu. Ela entrou e foi para o banheiro. Jogou uma agua no rosto, e foi para o quarto ler. E lá ficou a tarde toda. O celular tocou. Era Johnny. - Hoje tem ensaio. Eu passo te buscar, vai ser na casa dos garotos. - Tá... - Ei? - Diga. - Desculpa eu fui um otário, mas é que eu me preocupo com você... - Tudo bem. Ãn, que horas? -15:30. Esteja pronta. - Okay. Ele desligou. Ela olhou no relogio e marcavam 14horas. Ela desceu e seu irmão tava na sala. - Oi... - Oi Jully, se quiser comer tem uma mini pizza de microondas na geladeira. - Tá, valeu. Ela foi até a varanda e se sentou por alguns segundos sobre os pequenos raios de sol dentre as nuvens. Seus pensamentos voavam. ''Johnny e Rodrigo. Johnny e Rodrigo. Johnny e Rodrrigo. Quero ir embora... Lori e as amigas... Johnny... '' Ela se levantou e foi para o banheiro. Ela tomou um banho gelado para colocar as ideias no lugar. Ela saiu, e foi se arrumar. Ela penteou os cabelos cuidadosamente. E foi colocar as peças intimidas. Sua barriga estava com uns pequenos hematomas devido as pancadas. Ela colocou essa blusa:
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Essa calça:
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E colocou esse sapato:
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Passou esse batom:
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E desceu. - Onde vai? - Por aí. - Nossa tá rebelde. Ela saiu e a porta bateu. Quando ela colocou os pés para fora, Johnny estava vindo, lindo como sempre. Johnny a abraçou e sussurou. - Achei que não iria mais querer falar comigo depois de hoje... - Eu nunca deixaria de falar com você... john. Johnny segurou nas mãos dela, e eles foram andando. - Que horas a gente vai sair de lá? Porque hoje é sexta... E... temos aquele esquema. - Que esquema? Chegou o amigo de Johnny de sopetão. - Ah, uns esquemas aí. - Não é nada do que você está pensando. Johnny deu aquele sorriso. - Johnny! - Que é? Johnny deu uma gargalhada. Eles chegaram. Johnny foi logo abrindo a porta. E descendo até o porão. Júlia foi logo em seguida. E atrás dela estava o amigo de Johnny. - Nossa! - Que é? (ele estava olhando para a bunda de Júlia) - Isso aqui tá muito empoeirado. - É verdade... Eles chegaram. Júlia foi se sentar. E Johnny foi arrumar a sua guitarra. Os outros amigos de Johnny não paravam de olhar para Júlia. Um deles chegou para Johnny e cochichou no ouvido dele. - Cara, se você não pegar, eu pego. - Mano, na moral, cala a boca. Johnny deu um empurrão nele e foi falar com Júlia. - Já decorou a música? - Não... - Então precisamos treinar. Eles passaram a tarde toda treinando a letra, e a cada refrão uma emoção diferente no olhar dos dois. Deu 9 horas da noite, eles se despediram e saíram pra colocar o esquema em prática.