PLÁGIO É CRIME (Completa)
Júlia é uma garota tímida enquanto Johnny um garoto rebelde mas com um coração mole, o verdadeiro típico bad boy.
Rodrigo um professor obcecado, que não irá medir esforços para ter o que quer, sua aluna, Júlia.
Júlia sofre...
Uma semana se passou. Júlia finalmente saiu do hospital. Jack ligou para Johny. - Johnny, é o Jack. Ela saiu do hospital, estou levando ela pra casa. - Ela está melhor? Ela já se lembra de mim? - Ainda não... Mas, hoje vou comprar umas pizzas pra gente comer, dái você aparece lá. - Tudo bem... - Vou desligar ela tá vindo. Ele desligou. - Com quem conversava? - Um amigo meu... ãn, combinei com ele de fazermos uma noite da pizza pra comemorar sua saída do hospital. - Ah sim... Vamos, quero ir pra casa, estou cansada. - Tudo bem. Jack segurou nas mãos dela, eles saíram do hospital. - É tão bom respirar ares novos, odeio hospitais. - Vamos passar ali no mercado pra eu comprar as pizzas e os refrigerantes. - Jack, desculpa mas, eu realmente preciso ir pra casa, tomar um banho... - Tudo bem... eu te levo pra casa depois eu volto. - Obrigada. Eles chegaram em casa. Júlia subiu as escadas, e foi para o banheiro, ligou o chuveiro, se despiu e deixou que a agua quente caísse sobre a sua pele de neve... Ela saiu e se enrolou na toalha. Ela foi para o quarto, e lá estava sobre a mesa, seu diário e a cartas do Johnny. Ela pegou seu diário acreditando que estava em branco como ela se lembrava e o guardou na gaveta em seu guarda-roupa. Ela pegou o envelope e o amassou, sem ao menos o ler. Ela foi até o guarda-roupa novamente, e foi se arrumar. Colocou essa roupa e esse salto:
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Prendeu seus cabelos assim:
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e passou essa maquiagem:
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Jack chegou, acompanhado de Lisa, ambos com sacolas. Júlia desceu as escadas. -Uau, está linda. - Obrigada. - Bom, L. me ajuda a colocar os refrigerantes na geladeira... e as pizzas no forno. - Deixa que eu te ajudo Jack. - Disse Júlia. - Não, eu tenho outra missão pra você. A campainha tocou. Era Johnny. - Abre a porta pra mim Júlia? - Sim... Ela abriu, seus olhos se encontraram, eles perderam a respiração por um breve momento. - ãn... Achei que... iriam querer uns filmes de terror. Júlia voltou a si. - Ah! Sim, eu amo filmes de terror. Quais trouxe? Entre... Johnny entrou e Júlia fechou a porta. - Bom... Só clássicos! - Os melhores. Johnny entregou os DVD's na mão de Júlia. - Ei Jack. - E aí Johnny. - Lisa. - Oi Johnny. Júlia se sentou no sofá, os olhos brilhando com os filmes nas mãos. Todos os seus clássicos te terror favoritos. - O Corvo, sério?? - Sim... Ele não poderia faltar. Johnny parou em frente á ela. - Senta. Johnny se sentou ao lado dela, seus braços se tocaram. Johnny sentiu uma carga de energia passando e irradiando seu corpo todo. A porta abriu. - O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI? - Sou da família pirralho. - Rodrigo, por favor... vá embora. - Que é isso cunhado... Vim aqui comemorar a recuperação da ruivinha... Rodrigo olhou para a Júlia e piscou. Johnny se levantou de supetão e Júlia se levantou atrás, meio desajeitada. Os punhos de Johnny estavam fechados e suas veias sobre saltadas. - Rodrigo vai embora! - Ela quem decide... Afinal, tudo isso aqui é para ela; -EU AINDA TE MATO, SEU IDIOTA!! -Ei, ei... calma. - Rodrigo estava com um olhar sarcástico. Johnny deu um passo para a frente, Júlia previu que o pior iria acontecer. Ela segurou a mão fechada de Johnny; - Não faça o que estou achando que vai fazer... Johnny olhou para ela. E ele se acalmou. - Baixinhas... hunf. - Olha, não sei o que está acontecendo aqui. Mas, é uma comemoração para mim, não é? Então... só por hoje... Não brinquem... Afinal, não me lembro nada do que aconteceu para se odiarem não é? Façam isso por mim. Trégua, hoje... Amanhã podem se matar se quiserem... - Feito. Baixinha. - Vejo que a marra não mudou, continua a mesma. - Tá no sangue. - Disse Jack piscando. O clima ficou leve novamente. Johnny se virou e olhou para Júlia. E ele se sentou, e ela o acompanhou. - E aí Jú.. Júlly, qual veremos primeiro. Rodrigo veio caminhando em direção á eles e se sentou ao lado de Júlia. Ela estava no meio, como um sanduíche. - Amityville. -É uma boa escolha. Rodrigo retirou o filme da mão de Júlia, a segurando por um breve momento. Aquilo deixou Johnny furioso. Ela retirou a mão rapidamente.E se levantou ainda mais rápido. Ela foi até o DVD e colocou o filme. - Venha Jack e L. - Que filme é? - Amitville. - Disse Johnny. - Uooou. Minha infância. Jack pegou as duas pizzas em ambas as mãos, e L. os copos. - Júlia me ajuda aqui... - Sim. - Eu também vou. Johnny e Júlia foram andando até a cozinha. Ela abriu a geladeira e entregou uma garrafa de coca para Johnny. - Você não se lembra de nada mesmo... - Não... apenas algumas frases... ãn... E um nome... O seu nome. Onde está... Júlia fez uma pose um tanto ousada para achar as outras garrafas, Johnny engoliu em seco. - Achei. Ela pegou mais uma e colocou sobre o peito de Johnny ainda em choque. - Que foi? - Nada... ãn. Meu nome? - Sim. Posso te fazer uma pergunta? - Sim... Claro. Júlia voltou com duas garrafas menores de 1L, uma em cada mão. - O que eramos... Antes desse acidente. Johnny chocou, ele ficou perplexo e por um instante longe da realidade. - Hein Johnny? Ele voltou á si. - Melhores amigos... Tipo irmãos. Você... confiava em mim de olhos fechados... - É... ~Eu senti algo diferente de amizade quando te vi...'~ - O que disse? - Nada... pensei alto. -Hei! Vão demorar? Vou dar play! - Vamos logo. Júlia foi na frente e Johnny sorriu, ele ouviu perfeitamente o que ela havia dito. Eles se sentaram lado a lado, cada um pegou um pedaço enorme de pizza, o queijo se esticava conforme mordiam. E cada cena horripilante, Júlia afogava o rosto no peito de Johnny. Aquele perfume inconfundível. O filme acabou, e a louça que ela teria de lavar estava enorme. - Bom, crianças, estamos nos retirando. - Jack, preciso ajudar ela com a louça. - Não se preocupe Lisa, eu arrumo tudo rapidinho. Divirtam-se. E cuidado. Jack e Lisa riram e subiram as escadas correndo. - Esses dois... Sempre assim. - Você vivia aqui em casa né, John? - Sempre que possível, Jully. - Acho que já está na hora de ir embora não está, Rodrigo? A festa já acabou a trégua também. - Tem razão... Arranco seus figados amanhã. Pirralho. Rodrigo se levantou, e abraçou Júlia. E deu um leve beijo em sua bochecha. - Como tem a audácia de tocar nela? Você é pátetico, devia estar preso. - Mas não estou... Então... Tenha uma boa noite, ruivinha. Rodrigo saiu. - Qual é a daquele cara? - Uma longaaaaaaaaaaa, história. - Pelos tantos de "a'' deve ser mesmo, então... Como a louça também é, dá tempo de me contar tudo. Só me deixe trocar de roupa, essa saia tá me incomodando... - ãn... Tudo bem. --------------------------- Olá pessoas que lêem a minha história, tudo bem com vocês?? Depois de tanto tempo sem postar. Estou aqui de novo. Será que eles vão ficar juntos de novo?