PLÁGIO É CRIME (Completa)
Júlia é uma garota tímida enquanto Johnny um garoto rebelde mas com um coração mole, o verdadeiro típico bad boy.
Rodrigo um professor obcecado, que não irá medir esforços para ter o que quer, sua aluna, Júlia.
Júlia sofre...
Johnny deixou Júlia na porta de casa, e se despediram com um beijo na testa. Júlia entrou, e fechou a porta. Seu celular tocou. Era mensagem de Johnny. '' Esqueci de dizer, você estava linda.'' Júlia sorriu, e subiu as escadas correndo, e foi para o quarto, ela colocou os sapatos no chão, foi até a gaveta e pegou um porta retrato e nele, colocou o desenho de Steven. E olhando para o desenho, ela começou a escrever no diário. Ela tirou a roupa, e colocou a camisa do AC/DC e deitou. Ela pegou no sono rápido. Na manhã seguinte fazia um pouco de frio. Júlia acordou com o celular tocando. - Bom dia - júlia bocejou. - Cadê o animo ruivinha? Hoje é sexta-feira. - Como você consegue ser feliz as 6h da manhã?! - Porque amanhã eu vou acampar com a mais gata da escola. - Ah é, acampamento. Não acredito que você vai me deixar sozinha pra ir com a Lorianne. - Quem disse que estava falando da Lorianne. - Já tá com outra? - Estava falando de você. E não estou com a Lori, estamos numa amizade colorida... Júlia sorriu. - Ah... Tô com uns planos de levar o Steven. - Ficou maluco? Ele pode morrer sem os medicamentos. - Já tenho todo o esquema... Relaxa! Vai se arrumar, daqui a pouco tô aí. Johnny desligou. Júlia desligou o celular e foi para o banho. Ela tomou um banho quente, desligou o chuveiro e se enrolou na toalha. O espelho estava embaçado, e como uma adolescente apaixonada,ela escreveu o nome do Johnny no espelho, com um coração. ''POV: O que estou fazendo? '' Ela passou a mão no espelho apagando o nome do seu amado, na esperança de negar o que ela estava sentindo pelo seu melhor amigo. Ela saíu do chuveiro e se arrumou assim:
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
pegou a mochila e saiu. Ao colocar os pés para fora, ela viu Johnny correndo chegando, correndo ainda tentando colocar a blusa de frio com um pedaço de sanduíche na boca. Johnny chegou, e falou ainda com o sanduíche na boca. - Desculpa, eu dormi demais... - Fica calmo. Júlia pegou a mochila do Johnny e a colocou no chão. E assim como uma mãe veste o filho, Júlia colocou a blusa em Johnny. Ela foi subindo o zíper da blusa olhando nos olhos de Johnny. - O que eu seria sem você, Júlia? - Com certeza... Nada. Júlia sorriu. Johnny terminou de comer o sanduíche, pegou a mochila e eles foram andando em silêncio. Ele não tirava os olhos de Júlia. A maneira com que seus cabelos brilhavam a luz do sol, balançavam conforme o vento o fascinava. Eles chegaram no ponto. - Johnny? Qual é seu plano para tirar o Steven de lá? - 1º: Alguem vai ter que entrar nos arquivos do hospital e achar a pasta do Steven. Lá tem a ficha completa dos remédios, o horário e tal... 2º: Entrar na farmácia e pegar os remédios. 3º: Ir até a casa do Steven e pegar algumas roupas. 4º Sequestrar o Steven. - Você é um psicopata. Johnny deu um sorriso de canto de boca. O ônibus chegou. Johnny jogou os braços sobre o ombro de Júlia a puxando para perto. - Vem. Vamos ser psicopatas juntos. Júlia entrou primeiro e sentou no primeiro banco, Johnny se sentou logo em seguida. Johnny tirou seu caderninho de músicas da mochila e começou a escrever. - Música nova Johnny? - Talvez. - Posso ler? - Quando ela estiver pronta... Sim... - Tudo bem. Johnny seguiu a viagem toda até a escola, escrevendo. O ônibus parou, Júlia e Johnny desceram, e Lori veio atrás, e abraçou Johnny. - Saí Lori! Você tá me sufocando! Júlia riu. As amigas de Lori chegaram. Wendy, Milly, Emma; - Amiga, deixa esse garoto, ele já foi infectado pelo vírus Júlia Estranha Armstrong. Todas riram, e eles sairam. Johnny se soltou de Lori, e pegou na mão de Júlia. - Ignora elas. Lori pegou na mão de Johnny, separando eles. - Ãn... Vou entrar John, te vejo na aula... Júlia foi andando. - Não Jú espera - Johnny se virou para Lori - Me solta Lorianne! Johnny correu até Júlia. - Achei que fosse ficar com sua, abre aspas, namorada, fecha aspas. - Ela não é minha namorada. - Aham... - Ei, qual é... Se eu não te conhecesse, diria que está com ciumes. Johnny sorriu. - Eu? Com ciumes? Júlia deu uma gargalhada. Ela acelerou os passos, deixando Johnny para trás. Júlia entrou na escola, Johnny veio logo atrás. Eles estavam no corredor, vazio. - Júlia! Júlia parou. johnny correu até ela, e escorregou. Júlia riu. Ele se levantou depressa, com a ajuda dela. - Ela não é minha namorada... Aliás, meu coração já tem dona. Johnny olhou profundamente nós olhos de Júlia. Ele suspirou. Olhou para o lado, e para o fundo. E voltou a encarar os lindos olhos azuis cor de mar de Júlia... - A dona do meu coração é... V... ioleta, a minha guitarra. Johnny riu. O sinal disparou. - Agora vamos, antes que nos atropelem. Eles foram para a sala de aula, era filosofia. Júlia se sentou na primeira mesa, e Johnny olhou para ela e fez sinal com a mão para que ela fosse com ele, ela balançou a cabeça, e virou para frente. Johnny se sentou no fundo. A professora chegou. - Olá alunos. Então animados com o acampamento? - Animadíssimo fêssora; Johnny olhou para Júlia e piscou. -----
A aula toda foi oral. Eles apenas ficaram conversando sobre Aristóteles, suas obras e sua vida. O sinal tocou. Júlia se levantou e foi andando até a porta. Johnny chegou e pegou na cintura dela. Eles foram andando como pinguins para passar os dois na porta. Quando passaram, Júlia sorriu. Johnny se virou para o lado, ainda com uma das mãos na cintura dela. Eles foram andando até os armários. Eles pegaram os seus cadernos: Johnny história. Júlia Inglês. - Qualquer coisa você grita que eu... Júlia o interrompeu. - Que você aparece como o Superman. - Não... Eu ia dizer como o Batman... Johnny tocou no nariz dela. E sorriu. Júlia foi a primeira a entrar na sala. - Oi Jú. - É Júlia. - Júlia, me desculpe... Por ser assim, é que nunca amei alguém como eu te amo. - Isso não é amor, é doença. Júlia se sentou na ultima mesa. Ela tirou da mochila um livro, se sentou e começou a ler. Os alunos foram chegando. Wendy chegou e deu um beijo na bochecha de Rodrigo olhando para a Júlia. - Vá se sentar Wendy. - O que houve professor, me parece triste. - Cansaço apenas. Wendy foi para o lugar dela, e se sentou ao lado de suas amigas. - Bom dia alunos. Todos estão com os livros? Certo. Abra na página 69. Todos riram. - Silêncio galerinha. - Ele passou as mãos pelo cabelo, e olhou para a Júlia.- Leiam esse texto, interprete e responda ás questões no caderno. A sala ficou em silêncio, alguns liam, outros dormia. Júlia terminou de ler, e começou a responder as 10 questões, em 20min ela terminou. Algum tempo depois, todos terminaram. Formou-se uma enorme fila na mesa do Rodrigo. Rodrigo se levantou com as duas mãos na mesa. - Silêncio! Quero ordem! Todos voltem para o seu lugar, agora! Eu quero um por um na minha mesa, em silêncio... Um de cada vez foram se levantando e indo até ele. Chegou a vez de Júlia. Júlia colocou o caderno sobre a mesa. Rodrigo deu uma lida na letra impecável de Júlia. - Fernando Pessoa... Esse texto expressa exatamente o que sinto... Rodrigo terminou de falar, e olhou para ela. Ele vistou e ela foi para seu lugar. Rodrigo se levantou. - Estou orgulhoso de vocês. Fernando Pessoa tem um linguajar muito dificil, e vocês tiraram de letra... Bom. Algum de vocês sabe alguma frase dele? Júlia abaixou a cabeça, e colocou-á entre os braços sobre a mesa. - Tenho em mim todos os sonhos do mundo. - Ela sussurrou, um tanto alto. - Só ela conhece? Meu Deus... Rodrigo deu uma volta pela mesa dele, e sentou em cima dela. - Tive uma ideia. Que tal, uma redação de 20 linhas com seus sonhos. - 20 linhas? Um garoto ao fundo gritou. - Sim,20 linhas, vai ser fácil e divertido... O sinal tocou. - Até a próxima aula. Todos se levantaram e foram saindo da sala, Júlia ainda estava arrumando os materiais. Rodrigo foi se aproximando. -Posso falar com você? - Depende- Disse ela ainda procurando sua lapiseira - Aonde enfiei você... - Que? - Nada. Rodrigo abaixou a cabeça, e olhou no chão, e lá estava a lapiseira... Ele se agachou e pegou. - Está aqui sua lapiseira... Agora, pode olhar para mim? Júlia se virou e olhou nos olhos dele, ela pegou a caneta das mãos dele. - O que quer comigo? - Isso. Rodrigo segurou nas mãos dela, deixando a lapiseira cair. E com a outra mão ele segurou na cintura dela. E a beijou. Ela começou a relutar, mas logo se rendeu aos seus lábios. Rodrigo a colocou ainda sem quebrar o beijo na mesa. Júlia o empurrou, e desceu da mesa, correndo para atrás da mesma. - Porque fez isso? - Sinto saudades... Júlia saiu correndo. Rodrigo a pegou pelo braço e a beijou novamente. - Eu não vou desistir de você. - Pois devia... Júlia saiu dos braços dele, e correu para o Pátio, a procura dos braços de Johnny. O único lugar onde ela se sentia segura em todo mundo. - Demora hein? Onde estava? - Desculpa... Estava na sala. - O que aquele cretino te fez?? - Ele me beijou, o pior que beijei também... Júlia cuspiu no chão. - Você gosta dele - Disse Johnny cabisbaixo. - Não! EU GOSTO DE V... Júlia parou - Gosta? - Gosto de Vídeo- Game, e tô louca para ganhar de você de novo. - Você só ganhou da outra vez porquê EU DEIXEI. - Ainda com isso? Júlia riu. - Vem senta aqui. Johnny pegou na mão dela, e a puxou para o meio das pernas dele, e a abraçou. Os cabelos dela batiam no rosto dele, mas ele não se importava. Ele estava com ela nos braços... Isso bastava. Eles ficaram abraçados ali, conversando... O sinal tocou. Eles subiram as escadas conversando, Lori e Wendy estavam logo atrás. - Essa Júlia é tão sem graça. Como alguém pode gostar dela? Credo. - Eles são amigos Wendy. Johnny ainda me ama, eu sei. - Saí dessa Lori, você foi trocada pela Estranha Armstrong. Essa garota é sinistra. Feia. E você foi trocada por ela... Como ele pode... Johnny segurou ainda mais forte nas mãos de Júlia. - Ignora. - Pra você é fácil falar.