Vais prezando o que lhe convém
Que para subir não é preciso andar
Pois quando não se pisa em ninguém
Sem os pés, a gente ainda sabe voar
É o fruto da comunidade
Utopia de vida e de pensar
Somente a alcançável humildade
Conquista o impossível de alcançar
Sangue desce, alma ascende
Na derme o mérito escorre
Sem afinidade com o que me prende
Pois que pássaro preso logo morre
Deixa voar, fluir e viver
E ficar surpresa ao se esbarrar
Mesmo que um dia há de acontecer
Um sorriso hei de arrancar
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AZUL
PoetryAlgo como arte. Feito com amor, mas que nem todos apreciam. Algo que vem para implantar um certo desconforto no quente de suas mentes. Onde tudo se conecta, onde tudo se desprendende. Vamos navegar nesse Azul?
